AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE INCLUSÃO DA SEMENTE DA SERINGA, Hevea brasiliensis Muell. Arg. (EUPHORBIACEAE) NA DIETA DO TAMBACU

Autores

  • Daiane Milhomem Araújo UEMASUL
  • Antonio Carlos Freitas Souza UEMA
  • Jociel Ferreira Costa UEMASUL
  • Francisco Eduardo Aragão Catunda Júnior UEMA
  • Diego Carvalho Viana UEMASUL

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e02020333-346

Palavras-chave:

Piscicultura. Nutrição animal. Exigência nutricional.

Resumo

Nos sistemas de produção intensiva os peixes são expostos a condições estressantes, tornando-se mais susceptíveis a doenças, o que pode refletir nos seus parâmetros de crescimento.Métodos de promoção de crescimento alternativos sem impactos ambientais tem se tornado alvo de pesquisadores e piscicultores. Por este motivo,o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de inclusão de semente da seringa na alimentação de tambacu criados em tanque-rede.  As sementes foram coletadas em uma fazenda no município de Imperatriz, Maranhão, uma amostra foi encaminhada para análise físico-química do óleo fixo. Para a inoculação na dieta, as cascas foram removidas, secas em temperatura ambiente, trituradas e misturadas manualmente com a ração comercial seguindo o delineamento experimental. A qualidade da água foi aferida durante todo o experimento. As aferições biométricas foram realizadas para inferir os ganhos de crescimento com a ração testada.Os resultados demonstram influência na inclusão de 40% da semente de seringa na dieta de tambacu durante a recria. Com o objetivo de redução de custos que resulta do uso de rações alternativas, sugere-se então a utilização da semente de seringa na tentativa de minimizar os entraves pelos altos preços das rações comerciais dentro da cadeia produtiva da piscicultura.

 

Biografia do Autor

Daiane Milhomem Araújo, UEMASUL

 

DOI: 10.19177/rgsa.v9e0I2020333-346

 

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Diego Carvalho Viana4

 

[1] Graduanda em Medicina Veterinária. Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL).

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4 Doutor. Núcleo de Estudos Morfofisiológicos Avançados (NEMO). Pós-graduação em Ciência Animal (PPGCA). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). E-mail: diego_carvalho_@hotmail.com

 


 

Antonio Carlos Freitas Souza, UEMA

Doutorando. Núcleo de Estudos Morfofisiológicos Avançados (NEMO). Pós-graduação em Ciência Animal (PPGCA). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Jociel Ferreira Costa, UEMASUL

 Doutor. Centro de Ciências Exatas, Naturais e Tecnológicas (CECENT). Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL).

Francisco Eduardo Aragão Catunda Júnior, UEMA

 Doutor. Núcleo de Estudos Morfofisiológicos Avançados (NEMO). Pós-graduação em Ciência Animal (PPGCA). 

 

Diego Carvalho Viana, UEMASUL

Doutor. Núcleo de Estudos Morfofisiológicos Avançados (NEMO). Pós-graduação em Ciência Animal (PPGCA). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). E-mail: diego_carvalho_@hotmail.com

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Publicado

2020-05-29