DEPOSIÇÃO E APORTE DE NUTRIENTES VIA SERAPILHEIRA EM ECOSSISTEMA DE FLORESTA AMAZÔNICA

Autores

  • Ozias da Cunha Bello UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).
  • José Maurício da Cunha UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).
  • Renato Abreu Lima UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).
  • Carlos Alexandre Santos Querino UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).
  • Milton César Costa Campos UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e32020282-297

Palavras-chave:

Sazonalidade, Ciclagem de nutrientes, Floresta tropical, produção.

Resumo

A diversidade biológica é uma característica específica da Amazônia. Sua floresta possui uma grande variedade de espécies nativas pouco estudadas. Em ecossistemas florestais, a deposição e decomposição da serapilheira constituem o principal meio de transferência de nutrientes para o solo, sendo de grande importância para a sustentabilidade desses sistemas, as alterações rápidas e de forma contínuas decorrentes de ações antrópicas justificam estudos voltados para entender os efeitos a curto e longo prazo, servindo também de ferramenta para um ordenamento territorial e exploratório desses recursos naturais. O presente trabalho de revisão tem a proposta de levantar informações e discutir a dinâmica que influenciam a deposição e aporte de nutrientes oriundo da serapilheira em ecossistemas amazônicos. A metodologia usada foi baseada em uma revisão bibliográfica, através de levantamento e consulta em materiais elaborados e publicados como: artigos científicos de revistas nacionais e internacionais, livros, dissertações e teses sobre a serapilheira de ambientes amazônicos, correlacionando diversos fatores que exercem influência na deposição e aporte de nutrientes.

Biografia do Autor

Ozias da Cunha Bello, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

Graduação em Engenharia Agronômica. Mestrando em Ciências Ambientais.

José Maurício da Cunha, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

Bacharel em Física em 2009 e mestre em Física em 2011 pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Doutor em Física Ambiental pelo Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). É professor do quadro permanente da Universidade Federal do Amazonas, do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente - IEAA/ UFAM e credenciado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UFAM, conceito 3 da CAPES. É vice-lider do Grupo de Pesquisa Solos e Ambiente Amazônico. Tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase em Propriedades Físicas e Químicas do Solo, Sensoriamento Remoto, Análises espaciais aplicada a Ciência do Solo.

Renato Abreu Lima, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

Possui graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado) pelo Centro Universitário São Lucas (2005-2009); Especialista em Gestão Ambiental pela mesma instituição (2010-2011); Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Rondônia - UNIR (2009-2011) e Doutor em Biodiversidade e Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas - UFAM (2012-2016). Atuou como estagiário e bolsista CNPq na área de Química de Produtos Naturais e de Biotecnologia Vegetal trabalhando com espécies vegetais de potencial econômico e medicinal na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA RONDÔNIA). Atualmente, é pesquisador e professor de Graduação da UFAM onde desenvolve pesquisas nas áreas de ensino de Biologia Geral e Botânica e no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais na área de Bioprospecção da Biodiversidade Amazônica. CRBio-6 sob nº 073096/AM-D.

Carlos Alexandre Santos Querino, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

Meteorologista, Prof. Adjunto da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, vinculado Instituto de Educação Agricultura e Ambiente - IEAA e ao Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais. Possui graduação e mestrado em meteorologia pela Universidade Federal de Alagoas (2003) e (2006) e Doutorado em em Física Ambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso (2016). Realiza pesquisas no âmbito da interação biosfera-atmosfera na Amazônia e Pantanal. Tem experiência na área de Geociências (Meteorologia), com ênfase em Radiação Solar, Micrometeorologia e Climatologia.

Milton César Costa Campos, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM).

Possui Graduação em Agronomia pela Universidade Federal da Paraíba (2004), Mestrado em Agronomia (Ciências do Solo) pela Universidade Estadual Paulista (2006), Doutorado em Agronomia (Ciências do Solo) pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2009) e Pós-Doutorado em Engenharia de Água e Solo pela Universidade Estadual de Campinas (2013). É Professor Associado II do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba. Foi professor do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente da Universidade Federal do Amazonnas (09/2006 a 08/2020); coordenador do Curso de Engenharia Ambiental (2007-2008); diretor do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente (2010-2014); coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (2015-2019). Foi Diretor do Núcleo Regional Amazônia Ocidental da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (2011-2013); Membro titular da Comissão de Gênese e Morfologia do Solo da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (2015-2019). Até a presente data publicou 173 artigos em periódicos especializados; 08 capítulos de livros e livros e 203 resumos em anais de eventos. Atualmente é Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2 - CA AG - Agronomia; Editor Assistente da Revista Brasileira de Ciência do Solo; Coordenador da Comissão de Levantamento e Classificação do Solo da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (2019 -2023); Vice-diretor da Divisão I - SOLO NO ESPAÇO E NO TEMPO da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (2019 -2023). Orienta no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Agronomia Tropical/UFAM. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Ciência do Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: Gênese e Morfologia do Solo; Mineralogia do Solo e Relação Solo-Paisagem.

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Publicado

2020-09-30

Edição

Seção

Artigos