FORMAÇÃO DE PROFESSORES(AS) DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59306/poiesis.v17e31202397-121

Palavras-chave:

Educação Emancipatória, Humanização e Sensibilização, Prática no Ensino de Ciências e Biologia, Documentação Pedagógica, Análise Documental

Resumo

Este artigo objetiva socializar resultados da análise de parte do acervo documental de um Grupo de Pesquisa que promoveu a interface entre a promoção do Pensamento Crítico e a Educação em Ciências na formação de professores/as de Ciências e Biologia de um município interiorano do Sul do país. Entre 2017 e 2022, o GP atuou na disciplina “Prática de Ensino em Ciências e Biologia”, a qual é pautada, explicitamente, em autores contra hegemônicos e planejada intencionalmente para a promoção do pensamento crítico e a problematização da realidade educacional. Temos como premissa que processos de educação emancipatória não acontecem ‘naturalmente’, mas, sim, de forma consciente — teórico-metodologicamente — e no exercício da práxis. Investigou-se como ocorreram os processos de ensino na vivência da disciplina. Os resultados apontaram para a existência de processos dialógicos, emancipatórios, humanizadores e sensibilizadores que potencializaram o pensamento crítico.

Biografia do Autor

Gabriel da Ré Alves , Instituto Australis de Pesquisa e Monitoramento Ambiental, IA, Brasil.

Formado em Ciências Biológicas - Licenciatura pela Universidade do Sul de Santa Catarina, polo Tubarão (2022-1). Concluiu o (PIBID), realizado no período de 2018- 2 à 2019-2. Trabalhou como estagiário por 3 anos no Laboratório de Ciências Marinhas da Unisul, no processamento de Amostras, Identificação de fauna, Biometria e Campanhas de Pesquisa no Ambiente Lagunar. De 2019 à 2020 participou como estagiário remunerado no Laboratório pelo (PUIC-UNISUL). Entre os períodos de 2020-2 e 2021-2, participou e finalizou o programa de Residência Pedagógica como ID. Em 2021, ingressou no Grupo de Pesquisa GPECrit - Educação em Ciências e Pensamento Crítico (CNPq/Unisul), o qual tem ligação atual. Iniciou sua atividade como professor ACT do Estado de Santa Catarina em 2021-01, trabalhando com as disciplinas de Biologia, Ciências e Eletivas para Ensino Médio e Fundamental em diversas escolas da Educação Básica do estado, nas cidades de Laguna, Imaruí e Imbituba. Atualmente, é contratado como Biólogo Junior pela empresa Instituto Australis de Pesquisa e Monitoramento Ambiental, no Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia e Santos (PMP- BS), Trecho 02, realizando o monitoramento e resgate de tetrápodes marinhos.

Yalin Brizola Yared , Universidade Federal de Itajubá/UNIFEI

Professora Adjunta do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto de Recursos Naturais da Universidade Federal de Itajubá-UNIFEI. Foi docente do Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE/UNISUL, Linha de Pesquisa Educação em Ciências (2017-2023). Doutora em Educação pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC (2016); mestra em Educação pela Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC (2011); especialista em Educação Sexual pela Faculdade de Medicina do ABC - Fundação ABC em parceria com o Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (2008); licenciada em Ciências Biológicas pela UNIPLAC (2006). Líder do Grupo de Pesquisa GPECrit - Educação em Ciências e Pensamento Critico CNPq/UNISUL. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa EDUSEX - Formação de Educadores e Educação Sexual CNPq/UDESC. Integrante do LabTeias - Tecendo Saberes e Fazeres no Campo da Educação Sexual Emancipatória (UDESC). Atualmente está na Coordenação Geral da ReBraPEC - Rede Brasileira de Pensamento Crítico na Educação em Ciências. Tem experiência nas áreas de Educação Sexual, currículo integrado e metodologias ativas com ênfase na formação de professores/as da Educação e Saúde em interface com as teorias do Pensamento Crítico e da Educação Sexual Emancipatória.

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Publicado

2023-06-30

Edição

Seção

Artigos