AVALIAÇÃO DA VELOCIDADE DE CORROSÃO NOS EQUIPAMENTOS PORTUÁRIOS

Autores

  • Vanessa Cunha Ostroski Unisociesc

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e12019848-880

Palavras-chave:

Corrosão, portuária.

Resumo

Para se obter informações acerca do processo corrosivo que acometem os equipamentos portuários, nos grabs e funis foram feitas avaliações por meio de inspeção visual, salt spray, imersão e intemperismo, além da caracterização em uma amostra que ficou em exposição de trabalho por um período de 365 dias, através do MEV e EDS. A inspeção visual foi útil para levantar os tipos de patologias encontradas na superfície dos equipamentos. As técnicas de salt spray, intemperismo e imersão foram utilizadas para determinar a perda de massa sofrida pelo aço carbono 1020, procedido pelo cálculo da taxa de corrosão, que forneceu dados decisivos para a conclusão sobre o desempenho do aço frente à corrosão em ambiente portuário. Os ensaios de imersão foram realizados em três soluções distintas de cargas a granel movimentadas no porto de São Francisco do Sul. Partindo da teoria que todos os metais podem ser utilizados sempre que sua velocidade de deterioração seja aceitavelmente baixa, foi possível verificar que a taxa de corrosão encontrada nas amostras foi admissível.  Através de buscas por referências, ficou evidenciada a falta de acervo bibliográfico brasileiro atual sobre obras portuárias e a causa principal de sua degradação ao longo dos anos, especialmente quando o assunto é corrosão. 

Biografia do Autor

Vanessa Cunha Ostroski, Unisociesc

Vanessa Wandersee Cunha Ostroski

Técnica de segurança do trabalho

Engenheira Química

Pós graduanda em Engenharia de Segurança do Trabalho

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Publicado

2019-04-04

Edição

Seção

Artigos V Cidesport