AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS E BIOLÓGICOS DA ÁGUA E DO CHORUME NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO LIXÃO DESATIVADO DO MUNICÍPIO DE LAGES-SC

Autores

  • Caroline Linke Moraes Uniasselvi-Fameg.
  • Laís Lavnitcki UDESC
  • Vitor Rodolfo Becegato UNISUL/UDESC.
  • Camila Angelica Baum UDESC
  • Valter Antonio Becegato UDESC
  • Alexandre Tadeu Paulino UDESC
  • Jairo Afonso Henkes UNISUL

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v6e32017149-164

Palavras-chave:

Fase de decomposição do chorume, IQA, Macroinvertebrados bentônicos.

Resumo

O objetivo do presente estudo é a avaliação dos parâmetros físico-químicos e biológicos da água de corpos hídricos do entorno e chorume proveniente de um lixão desativado do município de Lages-SC. A metodologia utilizada nas amostragens e análises de água e chorume percolado foram realizadas através dos procedimentos padrões descritos APHA (1999). Em relação a fauna, foi realizada amostragem e análise dos macroinvertebrados bentônicos seguindo a metodologia do Comunicado Técnico N° 19 da Embrapa. Para análise dos resultados foram utilizadas as Resoluções n° 357/2005 e n° 430/2011 do CONAMA como referência, além do cálculo do IQA para análise da qualidade da água e o índice BMWP para análise dos macroinvertebrados bentônicos. Os resultados das análises de chorume permitiram aferir as principais características físico-químicas e o estágio de decomposição do lixão. Conforme o IQA, cinco pontos foram classificados como ruins na área do lixão, sendo um a montante, dois após o lançamento do efluente e dois a jusante das descargas. O índice BMWP classificou cinco pontos como águas críticas e dois como ambientes de águas duvidosas. Os resultados das análises de chorume indicam que a fase de decomposição do lixão é predominantemente metanogênica, tendo-se a necessidade de medidas de contenção e tratamento. 

Biografia do Autor

Caroline Linke Moraes, Uniasselvi-Fameg.

Engenheira Florestal pela UDESC (2011) e Mestrado em Engenharia Florestal pela UDESC (2014). Atualmente é professora no Departamento de Engenharia Civil da Uniasselvi-Fameg. 

Laís Lavnitcki, UDESC

Engenheira Ambiental e Sanitária pela UFSM. Mestranda no programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais/UDESC.  

Vitor Rodolfo Becegato, UNISUL/UDESC.

Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV - UDESC). Graduado em Engenharia Ambiental e Sanitária pela UNISUL.

Camila Angelica Baum, UDESC

Engenheira Sanitarista e Ambiental (UFSM). Mestranda em Ciências Ambientais (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais, UDESC. 

Valter Antonio Becegato, UDESC

Doutor em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná (2005). Engenheiro Agrônomo/UDESC.. Chefe do Departamento do curso de Engenharia ambiental entre 2009 a 2011 e 2013 a 2015. Vice-coordenador da Pós-graduação em Ciências Ambientais da UDESC. 

Alexandre Tadeu Paulino, UDESC

Químico/ UEM. Mestre em Ciências/ Química /UEM, Doutor pela mesma Universidade. Estágio pós-doutorado pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, Estágio pós-doutoral pela Colorado State University, USA. Orientador de Mestrado no programa de pós-graduação em Ciências Ambientais do CAV-UDESC e no programa de pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos do CEO-UDESC. 

Jairo Afonso Henkes, UNISUL

Engenheiro Agrônomo, -UDESC (1986). Especialista em Administração Rural - UNOESC (1996). Mestre em Agroecossistemas -- UFSC(2006). Atualmente é Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental e do CST em Gestão do Agronegócio (Mar/2017-Atual) ambos na Unisul, Professor da Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL, 

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Publicado

2017-11-09

Edição

Seção

Artigos