REVITALIZAÇÃO DO RIO TIETÊ: UMA OPÇÃO VIÁVEL

Autores

  • Marcela Guimarães Bueno
  • Jairo Afonso Henkes

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v5e12016516-534

Palavras-chave:

Corpos hídricos, Sustentabilidade ambiental, Revitalização

Resumo

O presente trabalho terá como tema: A revitalização do rio Tietê com a utilização de diversas estratégias. Como já se sabe é um processo muito longo, pois o rio está bastante poluído, também possui um alto custo para seu tratamento, para o Governo. O Tietê sofre a ação de três tipos de poluição: industrial, difusa (lixo das casas), e do esgoto doméstico. O primeiro passo para a despoluição do rio é garantir que nenhum esgoto seja lançado, os principais métodos são: barras de proteção (são grades feitas no encanamento para evitar a entrada do lixo sólido), câmera espiã (para identificar ligações de esgotos clandestinas nas águas pluviais), oxigênio em dose extra ( uma rede de tubos implantada no fundo do rio, que injeta microbolhas de oxigênio, que fazem a sujeira boiar), rebaixamento do leito (evitar enchentes), filtragem limitada e modernização industrial. Percebe-se portanto que é possível tratar qualquer rio, mesmo que o processo de despoluição demore séculos. Entretanto, é fundamental conscientizar a população da importância da preservação de nossos corpos hídricos, uma vez que a mesma só será eficaz após a mudança de atitude da população, das indústrias e de nossos governantes diante desse importante recurso natural.

Biografia do Autor

Marcela Guimarães Bueno

Acadêmica do Curso de Administração – Unisul Virtual.

Jairo Afonso Henkes

Mestre em Agroecossistemas. Especialista em Administração Rural. Engenheiro Agrônomo.
Professor do Curso de Administração, do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental
e do Programa de Pós Graduação em Gestão Ambiental da Unisul.

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Publicado

2016-05-12

Edição

Seção

Estudos de Caso