RECICLAGEM INDUSTRIAL COMO AGENTE PROPULSOR DA PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS

Autores

  • Taumaturgo Bonfim Santos UPE - Universidade de Pernambuco Programa de Pós-graduação em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável (GDLS).
  • Geraldo Jorge Barbosa Moura FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco.
  • Andrea Karla Pereira Silva FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v5e12016395-410

Palavras-chave:

Lixo, reaproveitamento, meio ambiente, indústria, ecologia

Resumo

Esta retórica observa a intenção motivacional das indústrias primarem pelos intentos de conservação dos recursos naturais através do envio de resíduos recicláveis para empresas competentes do segmento específico de soluções ambientais com o objetivo fim de inseri-los no ciclo produtivo de materiais compostos por papelão, plástico e vidro que são gerados nos processos fabris. Tem como objetivo investigar os ganhos que a natureza recebe com a implantação de uma gestão ambiental concernente ao acondicionamento e destinação correta desses resíduos recicláveis, ocorrendo desta forma a mitigação dos impactos do extrativismo e consequentemente do estimulo a ganhos na preservação dos recursos naturais. A empresa estudada é do segmento de engarrafamento e distribuição de destilados e vinhos, localizada no entorno do Porto Industrial de Suape em Pernambuco. Foram utilizados na metodologia critérios de abordagens quantitativa e qualitativa evidenciando instrumentos de coleta de dados voltados para o levantamento bibliográfico, entrevista e observação participante. Os resultados mostraram que o reaproveitamento dos rejeitos servíveis gera a economia de novos insumos que seriam coletados na natureza, logrando desta forma, consonância automática na preservação dos recursos naturais, através da minimização de extração nos polos de origem da natureza, desencadeando uma abordagem de estímulo a “conscientização planetária” das empresas e no intento de participação nas boas relações com desenvolvimento sustentável.

Biografia do Autor

Taumaturgo Bonfim Santos, UPE - Universidade de Pernambuco Programa de Pós-graduação em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável (GDLS).

Mestrando no curso de Desenvolvimento Local Sustentável - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE - FCAP, MBA em Gestão Empresarial pela Business School - Maurício de Nassau (2010), graduação em Administração de Empresas pelo Instituto de Ensino Superior de Olinda - IESO (2008). Atualmente é Professor Consultor do Instituto Pernambucano de Ensino Superior (IPESU), responsabilizando-se pelas disciplinas Gestão Mercadológica, Processos Organizacionais, Estruturas Organizacionais, Demonstrações Contábeis e Relacionamento com o Cliente. Consultor Ambiental Empresarial. Larga experiência na área Comercial, Tecnológica e Ambiental.

Geraldo Jorge Barbosa Moura, FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco.

Doutor – Universidade Federal de Pernambuco. Professor da UFPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco e da FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco.

Andrea Karla Pereira Silva, FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco

Doutora – Universidade Federal de Pernambuco. Professora da FCAP-UPE – Universidade de Pernambuco

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Publicado

2016-05-12

Edição

Seção

Artigos