ADUBAÇÃO ORGÂNICA DE ESPÉCIES DE SUCULENTAS A PARTIR DO LIXO DOMÉSTICO

Autores

  • Denise Esteves Moritz Universidade do Sul de Santa Catarina
  • Alketa Bestaku Universidade do Sul de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v3e1201464-77

Palavras-chave:

Compostera, Compostagem, Fertilizante doméstico

Resumo

O Brasil é o terceiro maior consumidor de fertilizantes no mundo. De acordo com a Embrapa Solos (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) no Brasil se consome 22,5 milhões de toneladas de fertilizantes, dos quais, 92% são importados. Uma vez que nosso país possui um grupo seleto de pesquisadores e uma biodiversidade gigantesca, este quadro demonstra que esta realidade precisa ser minimizada, não ficando à mercê da importação de fertilizantes. O lixo cresce a cada segundo, mas o tempo necessário para a sua degradação não acompanha no mesmo ritmo. Para isso é possível, a partir de algumas técnicas específicas, demonstrar que o lixo orgânico pode ser reciclado facilmente em qualquer ambiente e por qualquer pessoa. O produto final é uma matéria orgânica útil para as plantas domésticas, para o jardim, para a horta, para uma arvore da calçada e para a natureza em geral. Visando mudar este cenário, esse estudo se propõe a incentivar atitudes ecologicamente corretas, reaproveitando o lixo orgânico e o utilizando como fertilizante de plantas ornamentais.  Portanto, este trabalho teve por objetivo a preparação de um fertilizante orgânico e a sua aplicação em algumas variedades de suculentas em um  Viveiro na cidade de Cunha, SP; desta forma, além de contribuir com a redução dos problemas ambientais do lixo orgânico, demonstra-se também que é possível desenvolver fertilizantes domésticos para uma pequena agricultura tropical com o maior aproveitamento dos nutrientes.

Biografia do Autor

Denise Esteves Moritz, Universidade do Sul de Santa Catarina

Possui graduação em Farmácia Hab Análises Clínicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (1983), mestrado em Biotecnologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998) e doutorado em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Catarina (2005). Atualmente é professor horista da Universidade do Sul de Santa Catarina e técnico de laboratório da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área Biotecnológica, com ênfase em Micologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Processos fermentativos, Cultura de células, Química e bioquímica dos alimentos, biopigmentos, métodos analíticos (CG e CG-MS) e microbiologia aplicada a processos tecnológicos.

http://lattes.cnpq.br/6418180165259363

Alketa Bestaku, Universidade do Sul de Santa Catarina

Tecnóloga em Gestão Ambiental, formada pela UNISUL Virtual em 2013. Foi Bolsista PUIC/UNISUL.

Downloads

Publicado

2014-05-28

Edição

Seção

Artigos