Pesquisa-ação como metodologia e interseccionalidade(s) como método-praxis

rupturas dentro dos paradigmas da ciência moderna que criam espaços de construções dialógicas dentro do campo jurídico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29293/rdfg.v6i02.269

Palavras-chave:

Extensão. Pesquisa-ação. Metodologia. Interseccionalidade.

Resumo

O objetivo do texto é mostrar uma articulação entre a metodologia da pesquisa-ação, desenvolvida por Michel Thiollent, e do método da interseccionalidade(s), que foi cunhado por Kimberlé Crenshaw. Para isso, articula-se a problemática das ciências modernas como ciências neutras e como a pesquisa-ação supera os problemas deixados por aquelas possibilitando um salto qualitativo e melhor adequado às ciências sociais aplicadas. Em seguida, passa-se à conceituação e articulação dos conceitos chaves para, por fim, demonstrar a articulação entre pesquisa-ação e interseccionalidade(s) na prática por Universidades Federais. A metodologia utilizada no crítico-metodológica.

Biografia do Autor

  • Rainer Bomfim, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Ouro Preto, MG, Brasil.

    Mestrando em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Bacharel em Direito pela UFOP. Membro e Coordenador da linha de extensão do Grupo de Estudos “Omissão Legislativa e o papel do Supremo Tribunal de Justiça: estudo sobre a ADO. n. 26”.

  • Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Ouro Preto, MG, Brasil.

    Doutor pela UFMG. Professor Adjunto na UFOP e IBMEC-BH. Bolsista de Produtividade do CNPq. Coordenador Docente do Núcleo de Direito Humanos.

  • Marina Souza Lima Rocha, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Ouro Preto, MG, Brasil.

    Mestranda em Direito pela UFOP. Bolsista UFOP.  Membro do Grupo de Pesquisa “RESSABER – Estudos em Saberes Decoloniais”. 

Publicado

2020-03-31

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Pesquisa-ação como metodologia e interseccionalidade(s) como método-praxis: rupturas dentro dos paradigmas da ciência moderna que criam espaços de construções dialógicas dentro do campo jurídico. Revista de Direito da Faculdade Guanambi, Guanambi, v. 6, n. 02, p. e269, 2020. DOI: 10.29293/rdfg.v6i02.269. Disponível em: https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/RDFG/article/view/13922.. Acesso em: 16 jun. 2024.