BIODIGESTOR CASEIRO COMO FERRAMENTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS

Autores

  • Amanda da Silva Barbosa Cartaxo Universidade Estadual da Paraíba
  • Valderi Duarte Leite Universidade Estadual da Paraíba
  • Maria Virginia Conceição Albuquerque Universidade Estadual da Paraíba
  • Wilton Silva Lopes Universidade Estadual da Paraíba
  • Mailson Augusto Almeida Cartaxo Universidade Federal de Campina Grande

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e22020214-230

Palavras-chave:

Biodigestor anaeróbio, Educação ambiental, Resíduos sólidos orgânicos

Resumo

Uma das formas de inserção da Educação Ambiental no ambiente escolar é através da construção do biodigestor anaeróbio que pode ser aplicada como metodologia, devido seu baixo custo, fácil aplicabilidade e vantagens ao meio ambiente. Esta pesquisa teve como objetivo utilizar um biodigestor anaeróbio caseiro como ferramenta metodólogica para o ensino de educação ambiental na escola. A pesquisa foi realizada de agosto a novembro de 2018, tendo como público alvo alunos da 2o série do ensino médio de uma escola da rede particular de ensino. A metodologia utilizada foi à participativa, onde todos os alunos contribuíram com suas experiências, opiniões e dúvidas, auxiliando na construção de um biodigestor em forma de oficina teórico-prática. Os resultados indicaram que o biodigestor caseiro é de grande importância nas escolas, os estudantes se sensibilizam com a temática de geração de resíduos sólidos orgânicos e seu destino de maneira incorreta. Os estudantes identificaram fenômenos físicos, químicos e biológicos que ocorrem no processo de biodigestão anaeróbia, evidenciando o papel multidisciplinar apresentado pelo biodigestor, mostrando-se como excelente ferramenta metodológica para compreensão da educação ambiental. 


Biografia do Autor

Amanda da Silva Barbosa Cartaxo, Universidade Estadual da Paraíba

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual da Paraíba (2014). Especialista em Etnobiologia (2016). Mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental (2018). Dutoranda em Engenharia Ambiental pela UEPB.

Valderi Duarte Leite, Universidade Estadual da Paraíba

Doutor em Hidráulica e Saneamento pela EESC/USP (1997). Mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Paraíba (1986). Graduado em Engenharia Química pela UFPB (1980). Atualmente é professor titular do departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e do programa de Pós- Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Maria Virginia Conceição Albuquerque, Universidade Estadual da Paraíba

Doutoranda em Engenharia Ambiental pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental pela UEPB (2017). Especialista em Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável pelo Centro Universitário Internacional – UNINTER (2016). Graduada em Ciências Biológicas pela UEPB (2012).

Wilton Silva Lopes, Universidade Estadual da Paraíba

Doutor em Química pela Universidade Federal da Paraíba (2005). Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFPB (2000). Graduado em Química Industrial pela Universidade Estadual da Paraíba (1998). Atualmente é professor titular do departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e do programa de Pós- Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental da UEPB.

Mailson Augusto Almeida Cartaxo, Universidade Federal de Campina Grande

Graduando em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

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Publicado

2020-07-17

Edição

Seção

Artigos