CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS E PROBLEMATIZAÇÕES NA PESCA: RELATOS DOS PESCADORES ARTESANAIS DA LOCALIDADE DO IGARAPÉ DA FORTALEZA, MACAPÁ - AMAPÁ - BRASIL

Autores

  • Adriani Cristina Monteiro dos Santos Universidade do Estado do Amapá.
  • Kátia Paulino Dos Santos Universidade do Estado do Amapá
  • Wane Cristina Picanço Fortunato Universidade do Estado do Amapá
  • Diego Rangel da Silva Universidade do Estado do Amapá. E-mail:
  • Tamires Tércia Araújo Leão Universidade do Estado do Amapá.
  • Ana Beatriz Nunes Ribeiro Universidade Federal do Amapá.

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e32018174-190

Palavras-chave:

Gestão pesqueira. Recursos pesqueiros. Territorialidade.

Resumo

A Amazônia merece atenção especial se tratando de conflitos pesqueiros, tendo em vista a grande produtividade pesqueira e alta disputa por esses recursos. Nesse cenário, buscou-se identificar os principais conflitos socioambientais e as problematizações na pesca na Capital de Macapá-AP, através de relatos de pescadores artesanais da localidade do Igarapé da Fortaleza. Toda a pesquisa foi obtida através de entrevistas gravadas aos pescadores artesanais do Igarapé da Fortaleza-AP utilizando-se o método snow-ball. Realizou-se um total de 10 entrevistas no período de Abril à Junho de 2015. A maioria dos pescadores artesanais são originários do estado do Pará, com idade média de 45 anos. Os mesmos criticaram a falta de representatividade das colônias mediante aos interesses e direitos dos pescadores. Abordaram ainda, a falta de apoio financeiro, assistencial e social das instituições públicas. Quanto a relação homem-ambiente, os entrevistados relataram que o crescimento do número de pescadores, a poluição dos rios, a pesca de arrasto de embarcações de outros estados e o aumento demográfico são fatores que contribuem para a depreciação dos estoques pesqueiros na região. Diante do conhecimento das problemáticas, se faz necessário a execução de medidas mitigatórias que minimizem as divergências existentes entre pescadores e instituições. Nesta forma, a atuação das colônias se faz necessária para a defesa dos direitos e interesses da categoria.

Biografia do Autor

Adriani Cristina Monteiro dos Santos, Universidade do Estado do Amapá.

Graduanda em Engenharia de Pesca da Universidade do Estado do Amapá. E-mail: adriani_ap@hotmail.com

Kátia Paulino Dos Santos, Universidade do Estado do Amapá

Professora da Universidade do Estado do Amapá. Doutora em Gestão pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro de Portugal (UTAD). E-mail: katiapaulinoap@yahoo.com.br

Wane Cristina Picanço Fortunato, Universidade do Estado do Amapá

Graduanda em Engenharia de Pesca da Universidade do Estado do Amapá. E-mail: wcristina89@gmail.com

Diego Rangel da Silva, Universidade do Estado do Amapá. E-mail:

Graduando em Engenharia de Pesca da Universidade do Estado do Amapá. E-mail: diego_rangels@hotmail.com

Tamires Tércia Araújo Leão, Universidade do Estado do Amapá.

Graduanda em Engenharia de Pesca da Universidade do Estado do Amapá. E-mail: tamirestercia@hotmail.com

Ana Beatriz Nunes Ribeiro, Universidade Federal do Amapá.

Professora da Universidade do Estado do Amapá; Mestre em Biodiversidade Tropical pela Universidade Federal do Amapá. E-mail: anabeatricenunes@gmail.com

 

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Publicado

2018-10-03

Edição

Seção

Artigos