AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA E SUSTENTABILIDADE: EFEITOS SOBRE A SOCIEDADE, O MEIO AMBIENTE E A ECONOMIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v10e12021163-188

Palavras-chave:

Meio Ambiente e Sustentabilidade, Impactos Ambientais em MS, Relações Sociais em MS.

Resumo

O presente estudo teve como objetivo descrever os efeitos da agroindústria canavieira desde a colonização até os dias atuais, considerando possíveis avanços nos aspectos sociais, econômicos e ambientais em termos da sustentabilidade da produção de cana-de-açúcar no Brasil. A metodologia foi de caráter exploratório e qualitativo por meio de pesquisa bibliográfica, composta principalmente por livros e artigos científicos disponíveis nas bases de dados da Biblioteca Científica Eletrônica Online (SciELO), Google Acadêmico e Biblioteca Digital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As considerações finais apontam que, embora tenha havido muitos avanços na atividade canavieira ao longo do tempo, o discurso sobre sustentabilidade adotado pelo setor não tem sido consistente. As conclusões apontam que as mudanças ajudaram a indústria canavieira em tempos de crise, em detrimento de relações trabalhistas degradantes e indiferença à mitigação dos impactos ambientais.

Biografia do Autor

Valdir Antonio Balbino, Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul Universidade Anhanguera-Uniderp

Doutorando em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade Anhanguera Uniderp de Campo Grande (MS); Mestre em Agronegócios e Desenvolvimento pela Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD (2014); Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS (1999). Atualmente é professor na Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul, nos cursos de Administração (Maracaju-MS) e Ciências Contábeis (Ponta Porã-MS).

Celso Correia Souza, Universidade Anhanguera-Uniderp

Doutor em Engenharia Elétrica pela UNICAMP (1994); Mestre em Matemática pela UNICAMP (1985); Graduado em Matemática pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Penápolis (1972). É professor aposentado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campus de Três Lagoas. Atualmente, é professor do Curso de Matemática e dos Mestrados em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Produção e Gestão Agroindustrial e do Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade Anhanguera Uniderp de Campo Grande (MS). Tem experiência na área de Probabilidade e Estatística, com ênfase em Probabilidade e Estatística Aplicadas, Otimização e Pesquisa Operacional e Controle Automático de Sistemas. É pesquisador da Fundação Manoel de Barros (FMB) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (NEPES) que calcula a Inflação da cidade de Campo Grande (MS).

Daniel Massen Frainer, Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul

Doutor em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010); Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004); Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Maria (2000). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Métodos e Modelos Matemáticos, Econométricos e Estatísticos, atuando principalmente nos seguintes temas: Mato Grosso do Sul, Desenvolvimento Regional, Economia Industrial, Mercado de Trabalho e Meio Ambiente. Atualmente é professor na Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul.

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Publicado

2021-05-31

Edição

Seção

Artigos