ANÁLISE DAS ALTERAÇÕES DE TEMPERATURA SUPERFICIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PAIOL, IBIÚNA (SP)

Autores

  • Bruna Martins da Paixão Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).
  • Hetiany Ferreira da Costa Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).
  • Bruna Henrique Sacramento Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).
  • Jocy Ana Paixão de Sousa Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
  • Roberto Wagner Lourenço Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e02020108-124

Palavras-chave:

Ilhas de calor. Uso da terra. Sensoriamento remoto.

Resumo

A ação antrópica possui grande influência nas variações climáticas, principalmente quando se trata das alterações no uso do solo, que são capazes de intensificar a temperatura superficial quando possuem relações com áreas impermeabilizadas ou de atuação agrícola. O objetivo deste trabalho foi analisar espaço-temporalmente as alterações de temperatura de superfície terrestre associadas às alterações de uso do solo e cobertura vegetal em um recorte temporal para o ano de 2010 e 2019, na Bacia Hidrográfica do Rio Paiol, em Ibiúna (SP). O uso do solo e cobertura vegetal de 2010 foi mapeado por interpretação visual de ortofotos Vexcel Ultracam, considerando-se as classes área urbanizada, campo, corpo d’água, cultura permanente, cultura temporária, mata, pastagem e reflorestamento. O produto de 2010 foi retificado a partir de consultas a imagens do Google Earth Pro para obtenção do mapa de uso do solo e cobertura vegetal de 2019. As temperaturas superficiais de 2010 e 2019 foram obtidas de imagens dos satélites Landsat 5 e 8, respectivamente. Todos os procedimentos foram realizados no ArcGIS 10.5. Em ambos os períodos analisados, cultura temporária foi a classe de uso do solo predominante. Os resultados mostraram que as maiores temperaturas se associaram às áreas de cultivos temporários, campos e urbanização, enquanto as menores estão relacionadas às matas. O avanço urbano intensificou o valor máximo e o valor mínimo (que aumentou 3,43 °C). Portanto, esse fato contribuiu para que houvesse ilhas de calor na Bacia Hidrográfica do Rio Paiol.

 

Biografia do Autor

Bruna Martins da Paixão, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

[1]Geógrafa e mestranda em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). E-mail: bruna.mp@live.com

 

 

Hetiany Ferreira da Costa, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

Bióloga pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Gestora Ambiental pela Universidade de Sorocaba (UNISO) e mestranda em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). E-mail: hetiany.fc@gmail.com

Bruna Henrique Sacramento, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

Engenheira Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e mestranda em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). E-mail: brunahsacramento@gmail.com

 

Jocy Ana Paixão de Sousa, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

Engenheira Florestal pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), mestra em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), no qual atualmente é doutoranda. E-mail: jocy.sousa@unesp.br

Roberto Wagner Lourenço, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

[1]Geógrafo pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), mestre e doutor em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Professor na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) - Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba. E-mail: roberto.lourenco@unesp.br

 

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Publicado

2020-02-21