PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM COMUNIDADES RURAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI

Autores

  • Luciana Gomes Monteiro Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.
  • Rosemary de Matos Cordeiro Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.
  • Janisi Sales Aragão Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.
  • Eveline Menezes Rodrigues da Silva Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.
  • Lucivania Gomes da Silva Universidade Federal do Cariri – Campus Crato-CE

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e22020524-544

Palavras-chave:

Água Não Faturada, Perdas na distribuição, Recursos hídricos

Resumo

O desperdício dos recursos hídricos em Sistemas de Abastecimento de Água (SAA’s) é um tema corriqueiro e caracteriza um relevante problema perante a escassez hídrica. Nesse cenário, o objetivo geral da pesquisa foi analisar as perdas de água na distribuição dos SAA’s em comunidades rurais, atendidas em 2018, pelo Sistema Integrado de Saneamento Rural da Bacia do Salgado (SISAR-BSA), localizadas na Região Metropolitana do Cariri (RMC). Para isso, foram coletadas no banco de dados do SISAR-BSA as variáveis: Índice de Perda da Distribuição (IPD), Número de Ligações Ativas, Consumos (m³) e Taxas de Cobranças do m³ (R$), referente ao período da pesquisa. Verificou-se que das vinte e sete comunidades rurais, oito estiveram acima da média nacional (38,3%) determinada em 2017 pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), entre estas, Cachoeira dos Gonçalves (57,40%), em Crato, ainda apresentou-se com média anual superior a do Ceará (45,5%). A partir da Água Não Faturada (ANF) das comunidades rurais, mensurou-se uma perda financeira a prestadora de saneamento igual a R$ 251.895, 86 (duzentos e cinquenta e um mil oitocentos e noventa e cinco reais e oitenta e seis centavos). A análise demonstrou uma relevante variação de perdas na distribuição, caracterizando a falta de regularidade no seu controle, surgindo como um indicativo de fragilidade no gerenciamento do recurso hídrico.

 

Biografia do Autor

Luciana Gomes Monteiro, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.

Engenheira Ambiental e Sanitarista. Tecnóloga em Saneamentoo Ambiental,Especialista em Educação Ambietal e Desenvlvimento sustentável.

Rosemary de Matos Cordeiro, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.

Mestre em Economia. Doutora em Geografia.

Ocupação: Docente do IFCE-Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará- Campus Juazeiro do Norte e URCA-Universidade Regional do Cariri.

Janisi Sales Aragão, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE,Campus Juazeiro do Norte.

Mestrado em Ciências Marinhas e Tropicais. Doutora em Engenharia de Pesca.

Ocupação: Docente IFCE-Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará- Campus Juazeiro do Norte.

Eveline Menezes Rodrigues da Silva, Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

Formação:Tecnóloga em Saneamento Ambiental - Instituto Centro de Ensino Tecnológico, CENTEC, Brasil.

Titulação: Especialista em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável -Faculdade de Juazeiro do Norte, FJN, Brasil. Mestrado em Engenharia Agrícola - Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

Ocupação: Doutoranda em Engenharia Agrícola  - Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

Lucivania Gomes da Silva, Universidade Federal do Cariri – Campus Crato-CE

Formação: Tecnóloga em Alimentos. 

Titulação: Especialização em Ensino de Biologia e Química.

Ocupação: Mestranda em Desenvolvimento Regional Sustentável – Universidade Federal do Cariri – Campus Crato-CE.

Email: lgs.lucivania@gmail.com

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Publicado

2020-07-17

Edição

Seção

Artigos