ÍNDICE DE VULNERABILIDADE DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DAS PEDRAS – MG

Autores

  • Emanuelle Zordan de Melo Engenheira Ambiental, Mestranda em Qualidade Ambiental - PPGMQ, Universidade Federal de Uberlândia - UFU
  • Yara Cristina Batista de Sousa Historiadora, Mestranda em Qualidade Ambiental - PPGMQ, Universidade Federal de Uberlândia - UFU
  • Thaís Martins Marrama Bióloga, Mestranda em Qualidade Ambiental - PPGMQ, Universidade Federal de Uberlândia - UFU
  • Hudson de Paula Carvalho Prof. Dr. Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e12019563-581

Palavras-chave:

Gestão de bacias, SIG, Solos

Resumo

O presente estudo visou a possibilidade de validação de um Índice de Vulnerabilidade do Solo através de informações de “tipo”, “uso” e “declividade” do solo na Bacia Hidrográfica do Rio das Pedras, em Uberlândia - MG, com o auxílio de técnicas de Geoprocessamento a partir da utilização do software ArcGis versão 10.3. Os resultados obtidos foram ponderados seguindo a metodologia proposta por Crepani (1996), resultando um mapa final discriminado em cinco classes distintas, que variam nos seguintes níveis de vulnerabilidade: Estável (1,0); Moderadamente Estável (1,0 – 1,5); Medianamente Estável (1,5 - 2,0); Moderadamente Vulnerável (2,0 - 2,5); Vulnerável (2,5 - 3,0). Destacou-se o predomínio da classe Medianamente Estável ao longo da bacia (55,3%) e a ocorrência de áreas mais vulneráveis na região do baixo curso da mesma, a partir da associação entre solos mais jovens, declividades mais intensas e usos agrossilvipastoris. Pôde-se concluir que a utilização de técnicas de geoprocessamento se mostrou fundamental para executar a análise de vulnerabilidade no âmbito de bacias hidrográficas. Ademais, a bacia em estudo pode ser considerada estável, sendo que nas áreas em que predominam as classes mais vulneráveis, faz-se necessário o direcionamento prioritário de ações de recuperação e conservação por parte dos agentes.

Biografia do Autor

Emanuelle Zordan de Melo, Engenheira Ambiental, Mestranda em Qualidade Ambiental - PPGMQ, Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Graduada em março de 2015 no curso de Engenharia Ambiental do Instituto de Ciências Agrárias (ICIAG) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e especialista em Geoprocessamento e Georreferenciamento. Mestranda (2018-2020) pela Universidade Federal de Uberlândia em Gestão e Planejamento Ambiental, com enfoque em Geoprocessamento aplicado à Modelagens Ambientais. Atualmente é Gestora Ambiental na empresa Ekos Planejamento Ambiental LTDA e possui experiência nas áreas de Geoprocessamento e suas ferramentas, Mapeamentos e softwares SIG, Licenciamento Ambiental e Gestão Ambiental.

Yara Cristina Batista de Sousa, Historiadora, Mestranda em Qualidade Ambiental - PPGMQ, Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Uberlândia (2010). Atualmente é tecnico administrativo da Universidade Federal de Uberlândia. Tem experiência na área de História, com ênfase em História. Experiência na área administrativa de Pós-Graduação em Geografia e Agronomia da Universidade Federal de Uberlândia.

Hudson de Paula Carvalho, Prof. Dr. Universidade Federal de Uberlândia

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Uberlândia (2002), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Lavras (2004) e doutorado em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (2008). Atualmente é professor efetivo da Universidade Federal de Uberlândia. Tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase em Hidrologia e Recursos Hídricos, atuando principalmente nos seguintes temas: Hidrologia, Escoamento Superficial, Recursos Hídricos, Bacias Hidrográficas, Uso Eficiente da Água e Irrigação.

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Publicado

2019-04-04

Edição

Seção

Artigos