PLANOS MUNICIPAIS DE CONTINGÊNCIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL: AS CONCEPÇÕES DOS ATORES MUNICIPAIS E O MODELO ADOTADO EM SANTA CATARINA

Autores

  • Alessandra Silva Araújo UDESC
  • Mário Jorge Cardoso Coelho Freitas FAPESC
  • Ana Beatriz Bertuzzi UDESC

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e02018402-422

Palavras-chave:

Planos de Contingência. Gestão de riscos e desastres. SISDC.

Resumo

O projeto “Instrumentos Municipais de Redução de Riscos e Desastres - IMUN-RRD” (Secretaria do Estado de Defesa Civil de Santa Catarina e Laboratório de Estudos de Riscos e Desastres/Universidade do Estado de Santa Catarina) realizou, em 2017, oficinas de formação junto aos agentes municipais envolvidos na gestão de riscos e desastres em Santa Catarina. As oficinas tiveram, dentre outros, o objetivo de capacitar os agentes para a elaboração dos Planos Municipais de Contingência (PLAMCON). Neste artigo analisam-se as concepções de PLAMCON formuladas pelos participantes, as semelhanças e diferenças entre suas concepções e o modelo incluído no Sistema Integrado de Defesa Civil de Santa Catarina (SISDC), e tiram-se conclusões sobre a contribuição dos planos para a fase de preparação da resposta aos desastres, e do processo de sua elaboração no estado.

Biografia do Autor

Alessandra Silva Araújo, UDESC

Cientista Socioambiental, M. Sc. Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socioambiental. Laboratório de Estudos de Riscos e Desastres (LABRED), Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bolsista FAPESC.

Mário Jorge Cardoso Coelho Freitas, FAPESC

Biólogo, Dr. em Educação, Pesquisador Sênior em RRD. Bolsista FAPESC. Diretor de Assuntos Internacionais da Associação Brasileira de Pesquisa Cientifica, Tecnologia e Inovação em Redução de Riscos e Desastres.

Ana Beatriz Bertuzzi, UDESC

Graduanda em Geografia. Laboratório de Estudos de Riscos e Desastres (LABRED), Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bolsista FAPESC.

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Publicado

2018-08-15