ABORDAGEM INTEGRADA PARA GERENCIAMENTO DE DESASTRE EM REGIÃO MONTANHOSA COM ÊNFASE NO FLUXO DE DETRITOS

Autores

  • Masato Kobiyama Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: masato.kobiyama@ufrgs.br
  • Roberto Fabris Goerl Universidade Federal de Santa Catarina. E-mail: roberto.f.goerl@ufsc.br
  • Fernando Mainardi Fan Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: fernando.fan@ufrgs.br
  • Claudia Weber Corseuil Universidade Federal de Santa Catarina.
  • Gean Paulo Michel Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Vinicius Ferreira Dulac Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e0201831-65

Palavras-chave:

Desastre. Região montanhosa. Fluxo de detritos. Bacia-escola.

Resumo

Entre os vários efeitos das mudanças climáticas, o aumento da intensidade da chuva e dos erros de previsão do tempo tem sido observado no mundo inteiro, especialmente em regiões montanhosas. O primeiro aumento desencadeia mais frequentemente perigos naturais, como inundações bruscas, escorregamentos e fluxos de detritos, enquanto o segundo causa  catástrofes mais severas associadas a tais perigos naturais. Como as inundações bruscas e os fluxos de detritos ocorrem de forma repentina, e suas velocidades são muito elevadas, há pouco tempo para emitir um alerta para que as pessoas atingidas salvem suas vidas. Isto exige que cada pessoa seja capaz de salvar sua própria vida, independente das autoridades locais e nacionais. Portanto, é necessário ter uma gestão integrada de prevenção de desastres, com adoção de medidas estruturais (construção de canais artificiais, barragens de contenção, etc.) e medidas não estruturais (sistema de alerta, mapeamento de perigo, educação e treinamento de moradores), a qual deve se basear no perfil da comunidade local e seus habitantes. No caso de redução de desastres hidrológicos, todas as medidas adotadas necessitam de dados hidrológicos, ou seja, dados de chuva e vazão. Portanto, uma rede de bacias-escola, que sirva para monitoramento, estudo hidrológico e educação comunitária, deve ser implementada em cada região montanhosa habitada. Os dados obtidos em cada bacia-escola permitem fazer a previsão hidrológica, servem de base para a adoção das medidas estruturais e para capacitar as comunidades locais para a prevenção dos desastres naturais.

Biografia do Autor

Masato Kobiyama, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: masato.kobiyama@ufrgs.br

Dr. Bacharelem Ciências Especiais. Professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Roberto Fabris Goerl, Universidade Federal de Santa Catarina. E-mail: roberto.f.goerl@ufsc.br

Dr. Geógrafo. Professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina.

Fernando Mainardi Fan, Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: fernando.fan@ufrgs.br

Dr. Engenheiro Ambiental. Professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: fernando.fan@ufrgs.br

Claudia Weber Corseuil, Universidade Federal de Santa Catarina.

Dra. Engenheira Florestal. Professora da Engenharia de Energia da Universidade Federal de Santa Catarina. E-mail: claudia.weber@ufsc.br

Gean Paulo Michel, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Dr. Engenheiro Sanitarista e Ambiental. Professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail: gean.michel@ufrgs.br

Vinicius Ferreira Dulac, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Mestre. Gestor Ambiental. Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E-mail:vfdulac@gmail.com

Downloads

Publicado

2018-08-15