DESCARTE INADEQUADO DE MEDICAMENTOS VENCIDOS OU EM DESUSO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e12019290-300

Palavras-chave:

Medicamentos, Gestão de Resíduos, Entrevista

Resumo

O descarte domiciliar de medicamentos pode estar relacionado à falta de informação do consumidor, sendo importante pensar no destino final destes fármacos. Os medicamentos contêm substâncias que não se degradam naturalmente, podendo ocasionar a contaminação do solo e, consequentemente, dos lençóis freáticos, atingindo animais, vegetação e o homem. Assim, os objetivos deste projeto foram: discutir a gravidade de problemas socioambientais associados ao descarte indevido de medicamentos, sensibilizar a população sobre os efeitos e/ou consequências relacionados ao acondicionamento e descarte inadequado de medicamentos, coletar e destinar o material, buscando esclarecer dúvidas sobre os possíveis riscos ao meio ambiente e ao homem. Foram aplicados questionários semiestruturados, sendo que 658 pessoas responderam o questionário. A faixa etária dos que responderam o questionário ficou entre 15 e mais de 50 anos, sendo destes, 70% do sexo feminino. Dos entrevistados, aproximadamente 65% responderam que costumam descartar os medicamentos no lixo comum, 60% afirmaram que costumam se automedicar e a maioria (60%) afirmou que nunca recebeu orientações sobre como deveria descartar os medicamentos. Com base nos dados, percebeu-se que a falta de informação é um dos principais fatores que contribuem para o descarte incorreto de fármacos.

Biografia do Autor

Rosele Clairete dos Santos, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

Professora Adjunta de Ciências Biológicas

Bióloga, Especialista em Licenciamento Ambiental, Mestre e Doutora em Ciência do Solo

Nivania Salete Frizon, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

Graduanda do Curso de Bacharelado em Gestão Ambiental

Bolsista de Extensão - PROEX/2016

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Publicado

2019-04-04

Edição

Seção

Artigos