PEGADA HÍDRICA DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE SANTA CATARINA

Autores

  • Joseane Borges Miranda UNISUL
  • Alexandre Meira Vasconcelos UFMS
  • Denize Demarche Minatti Ferreira UFSC

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v6e22017227-239

Palavras-chave:

Pegada hídrica, Consumo de água, Universidade.

Resumo

O objetivo deste estudo é analisar a Pegada Hídrica de estudantes universitários de quatro instituições de ensino superior do Estado de Santa Catarina (Brasil). Selecionou-se uma amostra não aleatória de estudantes de universidades públicas e privadas e aplicou-se um survey sobre o uso direto ou indireto da água. Escores da pegada hídrica dos entrevistados são mais elevados do que a média global e o consumo de carne representa quase a metade do montante. Homens apresentam taxas 34% mais elevadas do que as mulheres. Os jovens entre os 21 e os 30 anos têm maiores taxas de pegada hídrica, sugerindo que esta população é mais suscetível à lógica da sociedade de consumo. Não se pôde concluir se existem diferenças significativas nas taxas das universidades públicas em comparação com as privadas. Um teste de hipótese confirmou que é possível uma aproximação da pegada hídrica por uma distribuição normal. Profissionais da educação podem realizar projetos educacionais que incentivem o consumo responsável dos recursos hídricos, visto que os alunos aumentarão a renda após ingressar no mercado profissional e consumirão mais produtos industrializados. Futuros profissionais também podem ser estimulados para reduzir o consumo de água em ambientes corporativos.

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Publicado

2017-08-01

Edição

Seção

Artigos