QUANTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES EM HIDROLISADO DO BAGAÇO DA MANDIOCA PARA USO NA PRODUÇÃO DE METANO

Autores

  • Dilcemara Cristina Zenatti Universidade Federal do Paraná
  • Augusta Aparecida Costa Universidade Federal do Paraná
  • Eliane Hermes Universidade Federal do Paraná
  • Raquel Minuceli Vilvert UNIOESTE – Campus Cascavel
  • Luiz Carlos Dias Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v4e02015616-627

Palavras-chave:

aproveitamento de resíduos, geração de energia, hidrólise hidrotérmica

Resumo

O bagaço de mandioca, gerado na etapa de separação da fécula, possui um relativo teor de amido, entretanto o teor de umidade elevado (aproximadamente 85%) inviabiliza os processos de secagem e transporte, sendo este resíduo um problema nas indústrias processadoras da raiz. Uma forma de agregar valor a este resíduo seria a utilização deste bagaço no biodigestor, entretanto, o teor de fibras que este contém torna o processo lento, necessitando um pré-tratamento para despolimerização de moléculas complexas (lignina e celulose que compõem o bagaço). A pré-hidrólise do bagaço é uma alternativa, neste procedimento as moléculas complexas são convertidas em compostos de baixo peso molecular (açúcares) o que facilita a assimilação pelos microrganismos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência da produção de açúcares redutores pela hidrolise ácida do bagaço da mandioca pela combinação da concentração de ácido, temperatura e tempo de exposição térmica dos ensaios. Verificou-se que o processo hidrolítico bagaço produziu quantidades significativas de açúcares redutores. Sendo que o melhor rendimento foi observado no tratamento em que se utilizou temperatura de 140 0C, tempo de hidrólise de 45 minutos e concentração de ácido sulfúrico de 0,10 mol.L-1, apresentando como eficiência 98,58% na conversão de açúcares redutores.

Biografia do Autor

Dilcemara Cristina Zenatti, Universidade Federal do Paraná

Doutora vinculada a Universidade Federal do Paraná

Augusta Aparecida Costa, Universidade Federal do Paraná

Aluna egressa do Curso Superior de Tecnologia em Biotecnologia UFPR- Setor Palotina

Eliane Hermes, Universidade Federal do Paraná

Doutora em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental e professora da UFPR- Setor Palotina

Raquel Minuceli Vilvert, UNIOESTE – Campus Cascavel

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação de Engenharia Agrícola da UNIOESTE – Campus Cascavel

Luiz Carlos Dias, Universidade Federal do Paraná

Mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócio e professora da UFPR- Setor Palotina

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Publicado

2015-12-16

Edição

Seção

Artigos