ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO SISTEMA DE MACRODRENAGEM DE BACIAS URBANAS

Autores

  • Sinara Martins Camelo Universidade Estadual da Paraíba http://orcid.org/0000-0001-5585-444X
  • Mônica de Amorim Coura Universidade Federal de Campina Grande
  • Andréa Carla Lima Rodrigues Universidade Federal de Campina Grande
  • Iana Chaiene de Araujo Vidal Universidade Federal da Paraíba
  • Francisco das Chagas da Costa Filho Universidade Federal de Campina Grande

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e2202074-95

Palavras-chave:

Qualidade da água, Sistemas de drenagem, Águas pluviais

Resumo

O Decreto nº 7.217/2010, regulamentador da lei 11.445/2007 de Saneamento básico no Brasil, estabelece que, assim com os outros serviços públicos de saneamento, o manejo de águas pluviais deve ser realizado de forma adequada à saúde pública e à proteção do meio ambiente e deve possuir infraestrutura exclusiva e independente. No entanto, apesar da adoção de sistemas separados, conexões ilegais de esgoto no sistema de drenagem são frequentes. Nos períodos secos, onde quase não ocorrem precipitações ou, quando ocorrem, o volume total precipitado é muito baixo, existe dentro das galerias de drenagem apenas uma pequena lâmina d’água proveniente das ligações clandestinas de esgoto entre as redes. O objetivo do estudo foi caracterizar a magnitude da influência do volume de água de chuva na carga de poluentes presentes no escoamento veiculado pela rede de macrodrenagem urbana através do monitoramento de uma bacia urbana, situada na cidade de Campina Grande – PB. Foram avaliados parâmetros distintos de qualidade e quantidade da água para distinguir o nível de deterioração da água em relação ao período seco e chuvoso. Através da análise do comportamento das concentrações dos poluentes, constatou-se que as maiores concentrações são encontradas durante períodos secos. Foi observado também que a poluição na Bacia Hidrográfica Riacho do Prado aumentou durante o intervalo de tempo entre os estudos.

Biografia do Autor

Sinara Martins Camelo, Universidade Estadual da Paraíba

Engenheira Civil e Mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal de Campina Grande - UFCG. Doutoranda em Engenharia Ambiental pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB.

Mônica de Amorim Coura, Universidade Federal de Campina Grande

Química pela Fundação Universidade Regional do Nordeste - FURN. Mestre em Engenheira Civil e Doutora em Recurso Naturais pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB.

Andréa Carla Lima Rodrigues, Universidade Federal de Campina Grande

Engenheira Civil e Mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB.  Doutora em Recurso Naturais pela Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Iana Chaiene de Araujo Vidal, Universidade Federal da Paraíba

Engenheira Sanitarista e Ambiental pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. Mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal de Campina Grande - UFCG. Doutoranda em Engenharia Civil e Ambiental na Universidade Federal da Paraíba - UFPB

Francisco das Chagas da Costa Filho, Universidade Federal de Campina Grande

Bacharel em Ciência e Tecnologia e Engenheiro Civil pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA. Mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Doutorando em Engenharia Civil e Ambiental na Universidade Federal de Campina Grande - UFCG.

Downloads

Publicado

2020-07-17

Edição

Seção

Artigos