DIAGNÓSTICO DA COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS NO MUNICÍPIO DE MORADA NOVA-CE

Autores

  • Anne Liz Bezerra Chagas Pós-graduanda do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Erbene Rabelo Alves Pós-graduanda do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Francisca Melícia Almeida Coelho Pós-graduanda do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Mônica Girão Rabelo Pós-graduanda do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Roberta Chagas Ribeiro Amaro Pós-graduanda do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Sidney Sillas Silva Araújo Pós-graduando do curso de Gestão Ambiental do IFCE
  • Juceline Batista dos Santos Bastos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará http://orcid.org/0000-0002-1125-2196

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e32020298-319

Palavras-chave:

Gestão de resíduos sólidos, Reciclagem, Coleta seletiva

Resumo

Este artigo objetiva diagnosticar os resíduos sólidos potencialmente recicláveis coletados na zona urbana de Morada Nova, tendo em vista a escassez deste tipo de informação e a importância desta para o planejamento das cidades. Para a execução desta pesquisa, realizou-se um levantamento da literatura sobre diagnósticos da coleta de resíduos sólidos de outros municípios do país; seguidos da coleta de dados junto à empresa de reciclagem responsável pela maior parte da coleta desses resíduos no município, com levantamento do material recolhido (entre os meses de novembro de 2017 e outubro de 2018); organização e avaliação estatística dos dados coletados. As análises focaram na composição dos recicláveis, comparação do quantitativo desta pesquisa com a quantificação de outros municípios de porte semelhante e sobre o impacto da implementação da coleta seletiva. Os resultados apontam significativa diversidade de materiais recicláveis coletados pela empresa, tendo na composição gravimétrica: ferro (40%), papelão (24%), plástico (18%) e papel (7%). Foi verificado ainda que durante o mês de implantação do Programa de Coleta Seletiva no município houve um incremento na coleta, estendendo-se também para os meses posteriores. A média mensal desse acréscimo foi de 23% a partir da implantação desse programa, atestando o impacto positivo tanto para o meio ambiente como para a sociedade.

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Publicado

2020-09-30

Edição

Seção

Artigos