DESCARTE DE MEDICAMENTOS VENCIDOS DAS DROGARIAS NO MUNICÍPIO DE MOSSORÓ/RN

Autores

  • Regina Cleane Marrocos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará
  • João Paulo Pereira Rebouças Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão
  • Glória Maria Marinho Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará, Professora do Mestrado em Tecnologia e Gestão Ambiental do IFCE e do mestrado EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA INOVAÇÃO - PROFNIT/IFCE.

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e12020191-213

Palavras-chave:

Resíduos Sólidos. Medicamentos. Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.

Resumo

RESUMO

Os fármacos possuem um papel positivo e relevante em nossa sociedade, desde o combate as doenças até sua possibilidade de aumentar a expectativa de vida das pessoas. Por outro lado, há um aspecto negativo por contribuir com o aumento na geração de resíduos de serviços de saúde. Este artigo teve como objetivo caracterizar o descarte de medicamentos vencidos nas drogarias do município de Mossoró/RN, verificar se as drogarias possuem um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde e identificar iniciativas acerca de programas para evitar o desperdício de medicamentos. Os resultados obtidos demonstraram que as drogarias geram os resíduos de serviços de saúde dos grupos B, D e E. O controle para evitar a comercialização de medicamentos que estão fora do prazo de validade é realizado por 86% das drogarias e mesmo percentual para os estabelecimentos que possuem Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. As iniciativas das drogarias para reduzir a geração de resíduos classe B através da comercialização de medicamentos fracionados ocorrem em 33% dos estabelecimentos. Apesar de verificar que 86% das drogarias de Mossoró apresentaram o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde é preciso melhorar os níveis de eficiência e eficácia no processo de operacionalização para gerenciar o descarte de medicamentos vencidos gerados e integrar indústria farmacêutica e consumidores na responsabilidade compartilhadas pelo ciclo de vida dos medicamentos.

 

Biografia do Autor

Regina Cleane Marrocos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

Sou graduda em Gestão Ambiental pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, atualmente estou cursando o Mestrando em Tecnologia e Gestão Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, campus Fortaleza.Tem experiência na área de Ciências Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: segurança alimentar, percepção ambiental, resíduos sólidos, unidade de conservação e agroecologia

João Paulo Pereira Rebouças, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão

Técnico em Segurança do trabalho pelo CEFET (2003), graduado em Gestão Ambiental pela UERN (2009), mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFPB/UEPB (2012). Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. As áreas de atuação envolvem sociedade e natureza, desenvolvimento sustentável, gestão ambiental e educação ambiental.

 

Glória Maria Marinho Silva, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará, Professora do Mestrado em Tecnologia e Gestão Ambiental do IFCE e do mestrado EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA INOVAÇÃO - PROFNIT/IFCE.

Assessora do Núcleo estruturante da Política de Inovação da Diretoria de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica - DPR/SETEC/MEC. Professora titular e pesquisadora do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará, Professora do Mestrado em Tecnologia e Gestão Ambiental do IFCE e do mestrado EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA INOVAÇÃO - PROFNIT/IFCE. Possui graduação em Farmácia-bioquímica pela Universidade Federal do Ceará (1990), Mestrado em Engenharia Civil (Saneamento Ambiental) pela Universidade Federal do Ceará (2001) e Doutorado em Hidráulica e Saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos/USP (2005), Pós-doutorado pela Universidade do Minho -PT (out/2014 - mar/2016). Coordenadora Institucional PIBIC e PIBITI/CNPq/IFCE 2008-2012; Coordenadora do Programa Ciência sem Fronteiras CNPq/IFCE- 2012; Bolsista de Produtividade em Pesquisa do PROAPP/IFCE de 2006 a 2010, Avaliadora de cursos superiores do INEP/MEC, Avaliadora SAE/SETEC/MEC; Bolsista de produtividade do CNPq nível 2 de 2013 a 2016. Consultora "ad hoc" do CNPq e da CAPES.Tem experiência na área de tratamento de águas residuárias, microbiologia ambiental, saúde ambiental, saneamento e qualidade de água e metodologia científica. Consultora "ad hoc" do CNPq e CAPES.

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Publicado

2020-04-20

Edição

Seção

Artigos