BIOINDICADORES DE QUALIDADE DE ÁGUA COMO FERRAMENTA DE IMPACTO AMBIENTAL DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA

Autores

  • Andréia da Paz Schiller UNIOESTE
  • Adriana Kunh PUCPR
  • Jéssica Manfrin UNIOESTE
  • Michelli Caroline Ferronato PUCPR
  • Daniel Schwantes
  • Eduardo Ariel Völz Leismann UNIOESTE
  • Affonso Celso Gonçalves Jr UNIOESTE

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v6e32017165-180

Palavras-chave:

Biomonitoramento, degradação ambiental, macroinvertebrados bentônicos, qualidade da água de rios.

Resumo

Esse estudo objetivou verificar impactos causados pelo uso do solo de uma bacia hidrográfica. Especificamente os objetivos foram: i) avaliar as métricas biológicas da qualidade da água; ii) avaliar os parâmetros físicos e químicos da água por meio da CONAMA 357/2005; iii) usar bioindicadores e parâmetros físicos e químicos da água como ferramentas de avaliação de impactos ambientais; iv) comparar e selecionar a melhor ferramenta para avaliação da qualidade da água. Para isso, foi utilizada a comunidade de macroinvertebrados bentônicos, parâmetros físicos e químicos do Arroio Marreco, no município de Toledo - PR. Os macroinvertebrados bentônicos refletiram a poluição apresentada nos pontos de coleta, foi verificado que quanto mais próximo na nascente pior os resultados das métricas biológicas, esse comportamento foi atribuído às atividades antrópicas realizadas ao entorno dessa nascente. Foram encontrados organismos resistentes e intermediários a impactos ambientais, demonstrando por meio das métricas biológicas que houve uma melhoria gradativa na bacia, conforme os pontos amostrais se distanciam da zona urbana, porém o corpo hídrico se mantém impactado ao longo de todo o percurso, mesmo em ambiente rural, apresentando baixa diversidade de organismos. As avaliações físicas e químicas não captaram nenhum impacto negativo, enquadrando a bacia de acordo com os limites recomendados pela Conama 357/2005. Portanto, concluímos que o arroio se encontra degradado, apresentando uma melhora gradativa ao longo da bacia. As métricas biológicas se mostraram mais eficientes para avaliação da qualidade da água do que fatores físicos e químicos, desta forma, sendo indicadas para biomonitoramento de bacias.

Biografia do Autor

Andréia da Paz Schiller, UNIOESTE

Engenheira Ambiental/PUCPR. Mestranda em Agronomia/UNIOESTE. 

Adriana Kunh, PUCPR

Acadêmica de Engenharia Ambiental / PUCPR. 

Jéssica Manfrin, UNIOESTE

Engenheira Ambiental/PUCPR. Mestranda em Agronomia/UNIOESTE. 

Michelli Caroline Ferronato, PUCPR

Professora do Curso de Engenharia Ambiental / PUCPR. 

Daniel Schwantes

Universidade Estadual do Oeste do Paraná. E-mail: 

Eduardo Ariel Völz Leismann, UNIOESTE

Acadêmico do curso de Agronomia. UNIOESTE. 

Affonso Celso Gonçalves Jr, UNIOESTE

Professor do curso de Agronomia. UNIOESTE. 

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Publicado

2017-11-09

Edição

Seção

Artigos