SIMBOLISMO, SEMBLANTES DO TEMPO E TRAJETO ANTROPOLÓGICO EM A INCRÍVEL HISTÓRIA DE ADALINE

Autores

  • Heloisa Juncklaus Preis Moraes
  • Leidiane Coelho Jorge
  • Luiza Liene Bressan
  • Ana Caroline Voltolini Fernandes

DOI:

https://doi.org/10.19177/rcc.v16e22021213-223

Palavras-chave:

Imaginário, Semblantes do tempo, Simbolismo, Trajeto antropológico

Resumo

Este estudo tem por objetivo fazer uma análise do filme A incrível história de
Adaline (2015) buscando-se apresentar a dimensão simbólica existente na narrativa por
meio da hermenêutica simbólica. Foram traçados paralelos entre a teoria do Imaginário e
o processo de inversão da angústia existencial vivenciado pela personagem Adaline, cuja
interação social e afetiva foi substancialmente afetada por conta de um fenômeno que barrou
os efeitos de tempo. A narrativa nos permite discutir teoricamente as questões de simbolismo
e semblantes do tempo e, especialmente, o conceito de trajeto antropológico na perspectiva
da antropologia do imaginário de Gilbert Durand (2002).

Biografia do Autor

Heloisa Juncklaus Preis Moraes

Doutora, Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano, Universidade do Sul de Santa Catarina, Bolsista
de Pesquisa Instituto Ânima.

Leidiane Coelho Jorge

Doutora em Ciências da Linguagem, Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano, Universidade do
Sul de Santa Catarina.

Luiza Liene Bressan

Doutora em Ciências da Linguagem, Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano, Universidade do
Sul de Santa Catarina.

Ana Caroline Voltolini Fernandes

Mestre e Doutoranda em Ciências da Linguagem. Integrante do Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano da Universidade do Sul de Santa Catarina.

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Artigos