Mocidade Morta: A vida na arte do século XIX

Autores

  • Alexandra Filomena Espindola

DOI:

https://doi.org/10.19177/rcc.v11e12016153-162

Palavras-chave:

Mocidade Morta, Arte, Vida

Resumo

Este ensaio pretende ler o romance Mocidade Morta, de Gonzaga Duque, e fazer algumas comparações entre a vida e a arte do século XIX. Gonzaga Duque utiliza alguns acontecimentos e personagens de sua época em seu livro, o que confere ao romance um caráter realista na arte. Ao longo dos capítulos, a arte vai se apropriando do “real”; se, como afirma Rancière, o real precisa ser ficcionado para ser pensado, a arte é, por excelência, lugar privilegiado para pensarmos a vida.

Biografia do Autor

Alexandra Filomena Espindola

Doutora em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL).

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Publicado

2016-07-13

Edição

Seção

Artigos