Resenha de Georges Didi-Huberman, Devant le Temps, 2000.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19177/rcc.v16e22021247-256

Resumo

Este artigo centra-se na análise crítica e explicativa daquela que pode ser considerada como a obra-charneira de Georges Didi-Huberman, Devant le Temps, de 2000. Este livro prolonga algumas das mais importantes questões exploradas uma década antes, em Devant L’Image, de 1990, e estabelece, além do mais, inúmeros pontos de contacto com autores charneira na obra de de Didi-Huberman, como Carl Einstein e, muito particularmente, Aby Warburg e Walter Benjamin. Através do entrelaçamento destas diferentes referências, procuraremos analisar, de modo aprofundado e compreensivo, alguns dos conceitos que presidem à sua teoria da história da arte e da estética, como o sejam os conceitos de imagem, tempo, memória, anacronismo e sintoma. 

Biografia do Autor

Miguel Mesquita Duarte, Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa

Doutoramento na área de História da Arte Contemporânea. Investigador e Membro Integrado no Grupo de Estudos em Arte Contemporânea do Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa. 

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Resenha