MANEJO DOS RESÍDUOS DA BOVINOCULTURA LEITEIRA CONDUZIDA EM SISTEMA FREE STALL EM PROPRIEDADE FAMILIAR NO SUL DO BRASIL

Autores

  • Paulo Sergio Perosa Spinelli Junior Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.
  • Cândice Maiéli Porn Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.
  • Daniela Muller de Lara Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.
  • Marc François Richter Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Porto Alegre.
  • Marta Martins Barbosa Prestes Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Palavras-chave:

Resíduos Agroindustriais, Consumo de Energia, Consumo de Água

Resumo

A bovinocultura leiteira é considerada atividade geradora de renda e importante para a economia do país, sendo que o Rio Grande do Sul produz cerca de 4,5 bilhões de litros de leite/ano, posicionandose como terceiro maior produtor brasileiro. O sistema Free Stall tem sido adotado por algumas propriedades familiares no estado, para condução do gado em confinamento, que apesar de vantajoso exige manejo adequado dos resíduos para evitar contaminação das águas e do solo. O objetivo do presente trabalho foi descrever a condução do sistema em propriedade familiar no Rio Grande do Sul, principalmente quanto ao manejo dos resíduos sólidos gerados nesse processo produtivo, bem como quantificar o consumo de água e energia na atividade. A propriedade em estudo está localizada em Soledade/RS e foi acompanhada entre abril e maio de 2019 para a caracterização física, econômica e ambiental da mesma, com ênfase na produção leiteira. Para quantificação da demanda de água e energia na atividade realizaram-se leituras diárias, com auxílio de hidrômetro do tipo Unimag e Contador de Luz da Landis+Gyr. Com uma área de 20 ha destinados a bovinocultura e um plantel de 45 cabeças em lactação confinadas em Free Stall a produtividade média atual foi de 21,6 L/vaca/dia com um consumo de 88,9 L/cabeça/dia de água e de 57,3 kWh/dia de energia. Os resíduos sólidos gerados na propriedade classificam-se como domésticos (Classe II A), embalagens de agrotóxicos (Classe I), embalagens de detergentes (Classe I), dejetos bovinos (Classe I), e água residual proveniente de limpeza (Classe I). A propriedade encontra-se em período de adequação para atender plenamente a legislação ambiental.

Biografia do Autor

Paulo Sergio Perosa Spinelli Junior, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Bacharel em Gestão Ambiental. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Cândice Maiéli Porn, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Bacharel em Gestão Ambiental. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Daniela Muller de Lara, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Engenheira Ambiental. Professora Doutora na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Marc François Richter, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Porto Alegre.

Bio químico. Professor Doutor na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Porto Alegre.

Marta Martins Barbosa Prestes, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

Bióloga. Professora Doutora na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Unidade Soledade.

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Publicado

2022-06-01

Edição

Seção

Artigos