BARREIRAS E FACILITADORES NA INTERSECÇÃO DO USO DE BIODIGESTORES NA ECONOMIA CIRCULAR

Autores

  • Suzy Cristina Cortez UEP
  • Arthur Medeiros Figueiredo Barreto UEP
  • Adriana Cristina Cherri UEP
  • Daniel Jugend UNESP

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v9e0I202094-120

Palavras-chave:

Biogás. Biodigestor. Economia Circular. Sustentabilidade. Energia Renovável.

Resumo


Nos últimos anos as pesquisas sobre os benefícios do uso de biodigestores aumentaram consideravelmente. A implementação e uso de biodigestores, entre outras vantagens, contribui para a redução de gases do efeito estufa, melhor descarte de resíduos sólidos e autossuficiência energética. Os biodigestores são equipamentos compostos por um gasômetro e uma câmara fechada, sem a entrada de oxigênio, e que atuam como reatores químicos, transformando a matéria orgânica em biogás e biofertilizantes. Paralelamente a isso, a abordagem da Economia Circular (EC) visa o crescimento econômico contínuo, em um ciclo fechado, com maior aproveitamento dos recursos naturais e reaproveitamento dos resíduos, preservando os recursos disponíveis para as gerações futuras. O objetivo deste trabalho é identificar os principais artigos e autores que relacionam os temas Biodigestores e EC, além de enunciar as barreiras e os facilitadores apresentados por esses trabalhos. O método de pesquisa empregado foi o de revisão bibliométrica dos artigos filtrados seguida por uma análise detalhada de cada um deles. A pesquisa bibliométrica demonstrou um aumento na publicação dos dois temas de maneira integrada. Além disso, identificou-se aplicações dos biodigestores para a EC, tais como o uso de dutos para redução do custo de transporte, e a integração com mais fontes renováveis como meio para aumentar a eficiência energética.

 

Biografia do Autor

Suzy Cristina Cortez, UEP

Mestranda em Engenharia de Produção na área de Biodigestores e Economia Circular, Universidade Estadual Paulista – Júlio de Mesquita Filho. Graduada em Engenharia de Produção, Universidade Estadual Paulista – Júlio de Mesquita Filho. E-mail: suzycortez@hotmail.com

Arthur Medeiros Figueiredo Barreto, UEP

Doutorando em Engenharia de Produção, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Campus Bauru. Mestrado em Engenharia de Produção, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Campus de Bauru. Graduado em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Uberlândia – Campus Pontal. E-mail: arthur.medeiros@unesp.br

Adriana Cristina Cherri, UEP

Graduação em Licenciatura em Matemática, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), Especialização em Matemática Aplicada com Ênfase à Aplicação de Recursos Computacionais, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2003), Mestrado (2006) e Doutorado (2009) em Ciências da Computação e Matemática Computacional, Universidade de São Paulo. Professora Assistente Doutora (RDIDP) do Departamento de Matemática e docente permanente do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Bauru e do Programa de Pós-graduação em Matemática Aplicada e Computacional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Presidente Prudente. E-mail: adriana.cherri@unesp.br

Daniel Jugend, UNESP

4 Graduação em Administração, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2003), mestrado em Engenharia de Produção, Universidade Federal de São Carlos (2006), doutorado em Engenharia de Produção, Universidade Federal de São Carlos (2010), pós-doutorado no Departamento de Engenharia e Gestão no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa (2016), e Livre-Docência em Gestão de Desenvolvimento de Produtos, UNESP (2018). É Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção da UNESP - Bauru. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da FEB - UNESP. E-mail: daniel.jugend@unesp.br

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Publicado

2020-08-18