ESTRUTURA DA PAISAGEM NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MAIOR

Autores

  • Thaise Sutil Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Jori Ramos Pereira Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Nilzo Ivo Ladwig Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Álvaro José Back Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Jairo Afonso Henkes UNISUL

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e42019231-249

Palavras-chave:

Impactos ambientais. Plano de manejo. Geoprocessamento. Mapas temáticos.

Resumo

O artigo tem como objetivo analisar a evolução da estrutura da paisagem ressaltando o uso e a cobertura do solo na bacia hidrográfica do Rio Maior, por meio de ferramenta de sistema geográfico de informação (SIG), visando contribuir na minimização dos impactos ambientais e fornecer dados para a implementação de um plano de manejo. Foram interpretadas, analisadas e quantificadas as mudanças estruturais da paisagem usando como referência imagens fotogramétricas do ano de 1957, 1978, 1996 e 2016. Os resultados extraídos dos mapas temáticos destacaram que houve uma transformação na paisagem nestes 59 anos, que se evidencia no aumento da área da vegetação secundária e de reflorestamento em detrimento da diminuição da área de agricultura que perdeu 34,8% da área que ocupava no ano de 1957. Outro elemento que deve ser mencionado é que do total de área 2560,1ha da bacia hidrográfica 87,41% (2123 ha) já foram requeridas para mineração de areia, cascalho, argila, caulim, carvão mineral e quartzo. A base de dados estruturada e disponível em ambiente de SIG é importante na continuidade da análise das métricas da paisagem e como base de dados para o planejamento e a gestão dos recursos hídricos da bacia.

Biografia do Autor

Thaise Sutil, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Bacharela em Engenharia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2014). Mestra em Ciências Ambientais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Doutoranda no programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (UNESC), vinculada ao Laboratório de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial.

Jori Ramos Pereira, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Possui graduação em Engenharia de Agrimensura pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2013), mestrado em Ciências Ambientais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) (2016), doutorado em andamento em Ciências Ambientais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Atualmente é coordenador do Centro de Engenharia e Geoprocessamento da UNESC, Analista Cartográfico nível IV. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Obras de Terra e Enrocamento, atuando principalmente nos seguintes temas: geoprocessamento, analise espacial, ambiente urbano, fotointerpretação e hidrologia.

Nilzo Ivo Ladwig, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Graduado em Geografia Bacharelado e Licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria (1992/1993), mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998) e doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). Atualmente é professor do Programa de Pós Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Extremo Sul Catarinense e professor da Universidade do Sul de Santa Catarina. Tem experiência na área de Engenharia de Agrimensura, com ênfase em Fotogrametria e Sensoriamento Remoto, Sistema de Informação Geográfica, Planejamento e Gestão Territorial, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento regional sustentável, cadastro técnico multifinalitário e planejamento sustentável em turismo. 

Álvaro José Back, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1986), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (1989), doutorado em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1997) e Pós-Doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2017). Atualmente é professor titular da Universidade do Extremo Sul Catarinense e pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Hidrologia, atuando principalmente nos seguintes temas: precipitação, hidrologia, agrometeorologia, chuvas intensas e drenagem, erosão e hidrossedimentologia, manejo e conservação do solo.

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Publicado

2020-01-06

Edição

Seção

Artigos