DESFLORESTAMENTO E EFICÁCIA DAS POLÍTICAS DE CONSERVAÇÃO: OS IMPACTOS DA METROPOLIZAÇÃO EM IRANDUBA, AMAZONAS

Autores

  • David Franklin da Silva Guimarães Universidade Federal do Amazonas – UFAM
  • Marcileia Couteiro Lopes Universidade Federal do Amazonas – UFAM
  • Mônica Alves Vasconcelos Universidade Federal do Amazonas – UFAM
  • Mônica da Costa Pinto Faculdade de Direito/UFAM

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e32018215-235

Palavras-chave:

Análise Temporal. Sensoriamento Remoto. Gestão Ambiental. Legislação Ambienta. Amazônia.

Resumo

A partir do ano 2000 o governo brasileiro criou as unidades de conservação como estratégia de redução do desmatamento. No entanto, com o constante processo de urbanização na Amazônia, essa estratégia nem sempre se mostra eficaz. Esse estudo tem como objetivo avaliar o desflorestamento no município de Iranduba antes e depois da criação da região metropolitana de Manaus, assim como avaliação da política de conservação existente no município com ênfase nas unidades de conservação, gestão ambiental e legislação. Para a realização da pesquisa foram realizados levantamentos bibliográficos e ferramentas de geotecnologias. Os resultados mostraram que o desflorestamento obteve um incremento elevado no período analisado, saltando de 16,7% da área total do município no ano de 1991 para 27,8% no ano de 2014. Das unidades de conservação existentes no município, a que mostrou maior eficácia na proteção dos recursos naturais foi a RDS Rio Negro que possui apenas 9,49% de área desflorestada no ano de 2014. Já a APA da Margem Direita do Rio Negro foi mais afetada pelo processo de antropização, tendo 46,25% de sua área classificada como desflorestada. O município de Iranduba vem sofrendo uma grande transformação da cobertura do solo e este processo foi intensificado com a criação da Região Metropolitana de Manaus. Os resultados podem ser importantes ferramentas de apoio aos tomadores de decisão do município.

Biografia do Autor

David Franklin da Silva Guimarães, Universidade Federal do Amazonas – UFAM

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia – PPGCASA, Universidade Federal do Amazonas – UFAM, Manaus, Amazonas, Brasil. E-mail: davidguimaraes2009@hotmail.com

Marcileia Couteiro Lopes, Universidade Federal do Amazonas – UFAM

Professora da Faculdade de Ciências Agrárias/UFAM, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia - PPGCASA, Universidade Federal do Amazonas – UFAM, Manaus, Amazonas, Brasil.  E-mail: mlopes@ufam.edu.br

Mônica Alves Vasconcelos, Universidade Federal do Amazonas – UFAM

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia - PPGCASA, Universidade Federal do Amazonas – UFAM, Manaus, Amazonas, Brasil E-mail: monicaengbio@gmail.com

Mônica da Costa Pinto, Faculdade de Direito/UFAM

Professora da Faculdade de Direito/UFAM, mestre em Direito Ambiental pela UEA, Manaus, Amazonas, Brasil. E-mail: monicac.pinto@gmail.com

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Publicado

2018-10-03

Edição

Seção

Artigos