AVALIAÇÃO DE DIFERENTES TÉCNICAS DE COMPOSTAGEM PARA APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NO IFBA CAMPUS DE SALVADOR: UMA ABORDAGEM MULTI-CRITÉRIOS

Autores

  • Leonardo Menezes Soares Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
  • Juliana Hartmann Lima Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
  • Nathália de Araújo Santana Bomfim Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Salvador”.
  • Vinicius Oliveira Casais Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador.
  • João Lucas Pereira da Anunciação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
  • Marlene Fernandes Morais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
  • Ana Carolina dos Santos Ferreira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
  • Walter Alves Gomes Junior Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador
  • Vitória Regina Bispo Soares Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador. E-mail:
  • Jeferson Gabriel da Encarnação Coutinho Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail:

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e3201874-97

Palavras-chave:

Composto orgânico. Avaliação química. Composteira térmica. Gestão de resíduos.

Resumo

A destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos orgânicos gerados nos centros urbanos é um grande desafio, sendo a compostagem uma via eficiente para promover essa destinação. Algumas técnicas estão disponíveis para essa finalidade, mas adoção da técnica mais viável para um determinado sistema envolve avaliações multicritérios. Além disso, o perfil físico-químico desses compostos pode impactar em sua qualidade contribuindo na tomada de decisão quanto a sua destinação final. Nesse trabalho, propõe-se a análise de critérios relacionados à logística empregada e gastos associados às diferentes técnicas de compostagem empregadas no Instituto Federal de Educação, Ciência e tecnologia da Bahia, Campus de Salvador, além do perfil físico-químico dos compostos gerados. Utilizamos a vermicompostagem, compostagem convencional, além de compostagens aceleradas (com fungos e térmica com bactérias extremófilas). Foram processados cerca de 300 Kg de resíduo orgânico através dos quatro métodos em um período de seis meses, sendo o método convencional o que deteve o maior volume processado. Identificamos que os métodos são complementares em termos de eficiência quando avaliamos numa perspectiva multi-parâmetros e que a adoção de um sistema misto pode ser o mais adequado quando pensamos na compostagem não apenas como uma forma de conduzir uma destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. O uso do composto gerado pelas quatro técnicas adotadas em hortas e jardins se constitui como uma forma promissora de integrar a gestão de resíduos com a ressignificação dos espaços verdes dentro da instituição.

Biografia do Autor

  • Leonardo Menezes Soares, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
    Técnico em Química. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Salvador.  E-mail: [email protected]
  • Juliana Hartmann Lima, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
    Técnica em Química, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Salvador”. E-mail: [email protected]
  • Nathália de Araújo Santana Bomfim, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Salvador”.
    Técnica em Química, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Salvador”. E-mail: [email protected]
  • Vinicius Oliveira Casais, Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador.
    Graduado em Biologia pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Genética e Biodiversidade pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é professor de Biologia do Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • João Lucas Pereira da Anunciação, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
    Técnico em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • Marlene Fernandes Morais, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
    Técnica em Saneamento pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • Ana Carolina dos Santos Ferreira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador.
    Técnica em Saneamento pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • Walter Alves Gomes Junior, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador
    Licenciado em Ciências com habilitação em Química pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, mestrado em Química pela Universidade Federal da Bahia e Doutorado em Química Orgânica também pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • Vitória Regina Bispo Soares, Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador. E-mail:
    Graduada em Química pela Universidade do Estado da Bahia. Mestre e Doutora em Química pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é professora do Instituto Federal Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]
  • Jeferson Gabriel da Encarnação Coutinho, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail:
    Licenciado em Ciências Biológicas, Mestre em Ecologia e Biomonitoramento,  Doutor em Ecologia. Atualmente é professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Campus de Salvador. E-mail: [email protected]

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Publicado

2018-10-03

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

AVALIAÇÃO DE DIFERENTES TÉCNICAS DE COMPOSTAGEM PARA APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NO IFBA CAMPUS DE SALVADOR: UMA ABORDAGEM MULTI-CRITÉRIOS. (2018). Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental, 7(3), 74-97. https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e3201874-97

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