EMBALAGENS TETRA PAK® NO ISOLAMENTO TÉRMICOS DE COBERTURA EM EDIFICAÇÕES

Autores

  • Adir Silverio Cembranel Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
  • Jairo Afonso Henkes Unisul
  • Wagner de Aguiar UFTPR
  • Tayoná Cristina Gomes UNIOESTE
  • Marcos Vinícius Pagliarini UTFPR

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e12019388-404

Palavras-chave:

resíduos sólidos, reutilização, temperatura, reciclagem.

Resumo

As embalagens Tetra Brik Aseptic® (TBA), principal produto da Tetra Pak®, é um dos resíduos mais comuns nos centros de reciclagem e aterros. Composta por celulose, polietileno e alumínio, dificultando a reciclagem. Em muitos países falta infraestrutura na gestão destes resíduos, além disso, o alto custo e consumo de energia na reciclagem a torna inviável em muitas situações. Outra alternativa é a reutilização das embalagens TBA como subcoberturas em telhados, atuando como isolante térmico. Neste contexto, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a eficiência das embalagens TBA como isolante térmico, na cobertura de edificações. A avaliação ocorreu utilizando um protótipo de madeira com forro de PVC e cobertura de telha de fibrocimento, simulando edificação residencial. O protótipo foi dividido em três compartimentos, objetivando avaliar as variações da temperatura nos compartimentos. Foram aplicados três tratamentos: no primeiro utilizou-se isolante térmico confeccionado a partir de embalagens TBA sobre o forro; no segundo, foi utilizado isolante térmico comercial sobre o forro; no terceiro, não foi utilizado isolamento térmico. As variações da temperatura foram monitoradas por sensores de temperatura, em cinco repetições. As aferições da temperatura ocorreram a cada cinco minutos no período de 60 minutos, totalizando 13 medições por compartimento. Os dados foram submetidos à análise estatística, Análise de Variância e Teste Tukey. As análises demonstraram que o isolante térmico, desenvolvido com embalagens Tetra Pak®,possui, estatisticamente, a mesma condição de isolamento térmico que o isolante comercial.

Biografia do Autor

Adir Silverio Cembranel, Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR

Possui graduação em Engenharia Ambiental, graduação em Tecnologia em Construção Civil, mestrado em Geografia, doutorado em Engenharia Agrícola. Atualmente é professor adjunto da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Jairo Afonso Henkes, Unisul

Doutorando em Geografia (UMinho-Pt). Mestre em Agroecossistemas (UFSC). Especialista em Administração Rural (UNOESC). Engenheiro Agrônomo (UDESC). Professor do Curso de Administração, do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental e do Programa de Pós Graduação em Gestão Ambiental da Unisul.  E-mail: jairohenkes333@gmail.com

Wagner de Aguiar, UFTPR

Engenheiro Ambiental pela UNISEP/PR (2010), Mestre em Geografia pela UNIOESTE (2012) e Doutorado em Engenharia Agrícola (2017). É Professor do Departamento de Engenharia Ambiental da UTFPR Campus Francisco Beltrão. E-mail: wagneraguiar@utfpr.edu.br

Tayoná Cristina Gomes, UNIOESTE

Engenheira Ambiental pela UTFPR - Campus Francisco Beltrão, Mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) - Campus Erechim, Discente da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Doutoranda em Geografia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) - Francisco Beltrão. Docente na Faculdade Mater Dei em Pato Branco nas disciplinas de Topografia e Saneamento Ambiental. E-mail: tayonagomes@hotmail.com

Marcos Vinícius Pagliarini, UTFPR

Engenheiro Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2014). Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Paranaense (2015-2016). Mestrando em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. E-mail: marcosvpag@gmail.com

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Publicado

2019-04-04

Edição

Seção

Artigos