ANÁLISE DOS IMPACTOS DA GERAÇÃO, ENQUADRAMENTO LEGAL, TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL DOS REEE’S

Autores

  • Laís Lavnitcki UDESC.
  • Gustavo Spiazzi UDESC
  • Valter Antonio Becegato UDESC
  • Jairo Afonso Henkes Unisul
  • Alexandre Tadeu Paulino CAV-UDESC
  • Camila Angelica Baum UDESC.

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v6e3201788-111

Palavras-chave:

Consumismo, Resíduos Sólidos Perigosos, Legislações, Destinação, Ambiente e Saúde.

Resumo

O desenvolvimento industrial e os avanços tecnológicos fomentaram a produção em larga escala de diversos equipamentos eletroeletrônicos facilitando o cotidiano das pessoas. Porém, isto veio acompanhado de uma péssima perspectiva ambiental, com ciclos de consumo cada vez mais acelerados e substituídos na mesma velocidade em que novos aparelhos e tecnologias surgem, contribuindo para o aumento dos denominados resíduos eletroeletrônicos. Diante desse cenário, a regulamentação deste tipo de resíduos é de extrema necessidade para que se tenha um descarte adequado, visto seu potencial de poluição e contaminação. Objetivou-se com este trabalho verificar a legislação de alguns países, prospectando-se o volume de resíduos eletroeletrônicos gerados, sua destinação e consequências ambientais, com destaque para os números do Brasil. Todos os anos são gerados milhões de toneladas de resíduos eletrônicos no mundo. Os principais produtores de resíduos eletroeletrônicos situam-se na Ásia, Europa, América do Norte e na América Latina. Na América Latina, o Brasil é o maior gerador, porém, os maiores geradores per capita são Chile (9,9 kg/habitante), Uruguai (9,5 kg/habitante), Suriname (8,5kg/habitante), Panamá e México com (8,2 kg/habitante), estando o Brasil em oitavo lugar com 7 kg/habitante. No que se refere à legislação, apenas o México, Costa Rica e Brasil possuem normatização para resíduos eletroeletrônicos, o que se revela preocupante, pois o impacto ao meio ambiente deste tipo de resíduo é grande devido à sua periculosidade

Biografia do Autor

Laís Lavnitcki, UDESC.

Engenheira Ambiental e Sanitária pela USM, Mestranda no programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais/ UDESC. 

Gustavo Spiazzi, UDESC

Estudante de Engenharia de Produção com ênfase em Mecânica pela UDESC, aluno especial no Mestrado de Ciências Ambientais pela UDESC.

Valter Antonio Becegato, UDESC

³ Doutor em Geologia Ambiental pela UFPR (2005). Engenheiro Agrônomo (UDESC), Professor da UDESC. Vice coordenador da Pós-graduação em Ciências Ambientais da UDESC.

Jairo Afonso Henkes, Unisul

Engenheiro Agrônomo, UDESC (1986). Especialista em Administração Rural pela UNOESC (1996) e Mestre em Agroecossistemas pela UFSC(2006). Professor e Coordenador do: CST em Gestão Ambiental, e do CST em Gestão do Agronegócio na Unisul. 

Alexandre Tadeu Paulino, CAV-UDESC

Químico pela UEM. Mestre em Ciências / Química pela UEM, Doutora pela UEM. Estágio pós-doutorado pela UNICAMP e pela Colorado State University, USA. Professor no Mestrado em Ciências Ambientais do CAV-UDESC

Camila Angelica Baum, UDESC.

Engenheira Sanitarista e Ambiental (UFSM, 2010-2015). Mestranda em Ciências Ambientais (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais, UDESC.

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Publicado

2017-11-09

Edição

Seção

Artigos