O ÓLEO DE FRITURA RESIDUAL COMO MATÉRIA-PRIMA PARA A PRODUÇÃO DE BIODIESEL, TENDO COMO PONTOS DE COLETAS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v6e12017402-431

Palavras-chave:

Óleo de Fritura Residual. Biodiesel. Sustentabilidade. Estabelecimentos de ensino.

Resumo

Este estudo tem como objetivo avaliar uma proposta de coleta de óleo de fritura residual como matéria-prima para a produção de biodiesel, tendo como pontos de coletas estabelecimentos de ensino. Foram realizadas entrevistas com os principais atores sociais que podem se envolver e também apoiar este processo no município de Cascavel, região Oeste do Paraná. A utilização de estabelecimentos de ensino públicos que possuem ensino fundamental II, como ponto de coleta é importante, pois envolve crianças e adolescentes que estão na fase ideal para o desenvolvimento da consciência ambiental e podem ser os disseminadores desta cultura no seu ambiente familiar, propiciando a extensão do projeto para toda a comunidade. Além dos ganhos ambientais, ganhos econômicos e sociais também podem ser obtidos com a venda do resíduo para transformação em biodiesel, por meio das Associações de Pais, Mestres e Funcionários (APMFs), que poderão aplicar os recursos para melhorias nas condições de ensino. O envolvimento da sociedade, que se constitui como fonte geradora deste resíduo, também pode se tornar a beneficiária indireta de um projeto como este.

Biografia do Autor

Sandra Mara Stocker Lago, Unioeste

Doutora em Desenvolvimento Regional e Agronegócio pela Unioeste – Campus de Toledo. Docente do curso de Administração e do programa de mestrado Profissional em Administração (PPGA) da Unioeste – Campus de Cascavel. Membro do grupo de pesquisa: Sustentabilidade no Agronegócio.

Weimar Freire da Rocha Jr., UNIOESTE

Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional e Agronegócio, Unioeste Campus Toledo. Bolsista produtividade pela Fundação Araucária, PR. Membro dos grupos de pesquisa: GEPEC e TRANSlog.

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Publicado

2017-05-10

Edição

Seção

Artigos