APLICAÇÃO DE DIFERENTES MÉTODOS PARA OBTENÇÃO DE EXTRATOS ANTIOXIDANTES E CONCENTRADOS DE FIBRAS ALIMENTARES A PARTIR DE SUBPRODUTO DE GOIABA

Autores

  • Dayane Lilian Gallani Silva Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Thairla Vanessa Botin da Silva Universidade Estadual de Maringá
  • Alanna Mazoti Crubelati Universidade Estadual de Maringá
  • Victor Hugo Ono Sakuma Dolci dos Santos Universidade Paranaense (UNIPAR)
  • Suelen Pereira Ruiz Universidade Paranaense (UNIPAR)
  • Beatriz Cervejeira Bolanho Barros Universidade Estadual de Maringá (UEM)

DOI:

https://doi.org/10.19177/rgsa.v11e0202232-46

Palavras-chave:

Psidium guajava L., Processamento Sustentável, Compostos Fenólicos, Propriedades funcionais.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi produzir e caracterizar extratos aquosos e concentrados de fibras alimentares obtidos a partir do subproduto da goiaba, utilizando diferentes condições de processo. Após a remoção da polpa, as cascas foram submetidas a secagem e moagem. Este material passou por diferentes tipos de tratamentos em shaker (SH), ultrassom (US), micro-ondas (MO), banho-Maria (BM) e homogeneizador (HO). Após centrifugação, os extratos foram avaliados quanto ao teor de compostos fenólicos totais (CFT) e atividade antioxidante (AA). Os precipitados foram secos, triturados, peneirados, sendo denominados concentrados fibrosos (CFs), os quais foram analisados quanto à composição e propriedades funcionais. Os resultados mostraram que os extratos obtidos em MO e US apresentaram o maior teor de CFT e AA, respectivamente, e que após estes tratamentos, os CFs produzidos continham os maiores teores de proteínas (9.71 g.100 g-1; 10.78 g.100 g-1) e de fibras alimentares (60.44 g.100 g-1; 65.63 g.100 g-1). Os tratamentos realizados permitiram reduzir o teor de açúcares redutores totais e aumentar o índice de absorção de água dos CFs quando comparado ao controle (sem extração aquosa). Assim, a obtenção de compostos antioxidantes e concentrados fibrosos são consideradas alternativas interessantes para valorizar a cadeia produtiva da goiaba, fornecendo destinos mais sustentáveis ao subproduto gerado no processamento industrial desta fruta, como uma fonte de nutrientes para enriquecimento de produtos alimentícios ou para ser utilizado como suplementos.

Biografia do Autor

Dayane Lilian Gallani Silva, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Departamento de Tecnologia - Graduação: Tecnologia em AlimentosDiscente no Programa de Pós-graduação em Sustentabilidade (PSU) - UEM/IFPR

Thairla Vanessa Botin da Silva, Universidade Estadual de Maringá

   Graduação em Engenharia de AlimentosOcupação atual: Zaeli Alimentos

Alanna Mazoti Crubelati, Universidade Estadual de Maringá

   Graduação em Engenharia de AlimentosOcupação atual: Seara Alimentos

Victor Hugo Ono Sakuma Dolci dos Santos, Universidade Paranaense (UNIPAR)

   Discente em Medicina na Universidade Paranaense (UNIPAR)

Suelen Pereira Ruiz, Universidade Paranaense (UNIPAR)

  Graduação: Tecnologia em Alimentos - Universidade Estadual de Maringá (UEM)Ocupação atual:Docente na Universidade Paranaense - Umuarama-PRPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia Aplicada à Agricultura

Beatriz Cervejeira Bolanho Barros, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

   Graduação: Tecnologia em Alimentos - Universidade Estadual de MaringáOcupação atual: Docente na Universidade Estadual de Maringá - UEM - Departamento de Tecnologia

Publicado

2022-01-19