A SUBJETIVIDADE NOS DISCURSOS DA LITERATURA DE AUTOAJUDA

Autores

Palavras-chave:

Discurso. Literatura de Autoajuda. Subjetividade.

Resumo

O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a questão da subjetividade nos livros da literatura de autoajuda, de modo específico nas obras Treinando a emoção para ser feliz (2007a) e 12 semanas para mudar uma vida (2007b), ambas do escritor brasileiro Augusto Cury. Tomando como base a perspectiva teórica e metodológica da Análise do Discurso (AD) de orientação francesa, especialmente aquela desenvolvida na esteira dos estudos foucaultianos, são empreendidas discussões sobre a problemática. A partir de um processo de descrição e interpretação dos enunciados que compõem o corpus, identifica-se, nos discursos analisados, a mobilização de dispositivos e práticas da relação do sujeito consigo mesmo, os quais discursivizam e trabalham com a produção de subjetividades na contemporaneidade e inscrevem-se em um campo da produção editorial marcado por condições de possibilidades históricas e sociais dadas.

Biografia do Autor

Geilson Fernandes de Oliveira, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)

Doutor em Estudos da Mídia (UFRN). Mestre em Ciências Sociais e Humanas (UERN). Membro do Grupo de Pesquisa Informação, Cultura e Práticas Sociais e do GEMINI - Grupo de Estudos da Mídia. Docente do Curso de Comunicação Social (UERN)

Marcília Luzia Gomes da Costa Mendes, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)

Doutora em Ciências Sociais (UFRN). Mestra em Ciências da Informação (UFPB). Membro do Grupo de Pesquisa Informação, Cultura e Práticas Sociais. Docente do Curso de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem (UERN).

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Publicado

2021-04-12